quarta-feira, 21 de abril de 2021

A importância da leitura para o desenvolvimento pessoal e profissional



Olá, tudo bem. Bem-vindo! 

Hoje, nosso tema está muito legal, falo sobre a importância da leitura na nossa vida. :)

A leitura é fundamental para o desenvolvimento pessoal e profissional de qualquer pessoa.

Quando lemos, despertamos e ampliamos nosso potencial pleno de compreensão e de resposta aos desafios que a vida nos impõe.

Por que isso acontece?

Acontece porque a leitura nos possibilita expandir o conhecimento que guardamos em nossa mente, aprender e com isso, melhorar o nosso raciocínio.

Ler aguça a nossa criatividade!

A leitura nos ajuda a expressar melhor e manifestar pela escrita nossos pensamentos, como também nos proporcionar a descoberta do novo.

Veja o que diz esta frase do filósofo americano Ralph W. Emerson: “A chave de todo ser humano é seu pensamento. Resistente e desafiante aos olhares, tem oculto um estandarte que obedece, que é a ideia ante a qual todos seus fatos são interpretados. O ser humano pode somente ser reformado mostrando-lhe uma ideia nova que supere a antiga e traga comandos próprios.”

Então, uma maneira de superar nossos padrões existentes na forma de pensar, sentir e agir com uma nova consciência pode ser conquistada pela leitura assídua de bons livros.

Trago este tema, porque meu trabalho é inspirar você a Ser a melhor versão de si mesmo.  

Reforçando Emerson, quando adquirimos o hábito da leitura, junto com ela desvendamos a nossa capacidade de interpretação e compreensão sobre as coisas que nos rodeia.

 

Brasil perde a cada dia mais leitores

Contudo, temos um problema quanto a criar o hábito da leitura, visto que últimas estatísticas feita pela pesquisa Retratos da Leitura no Brasil desenvolvida pelo Instituto Pró-Livro, em 2019 - nos mostra que estamos na contramão.

Segundo a estatística da pesquisa, divulgada no site da G1, em 06/01/2019, a porcentagem de leitores no Brasil caiu de 56% para 52%. Já os não leitores, ou seja, brasileiros com mais de 5 anos que não leram nenhum livro, nem mesmo em parte, nos últimos três meses, representam 48% da população, o equivalente a cerca de 93 milhões de um total de 193 milhões de brasileiros.  

A pesquisa ainda aponta que, se você não leu nenhum livro nos últimos três meses, você não é considerado um leitor. ;(

Você sabia disso?

 


Eu, particularmente já cheguei a ler três livros por semana. Confesso que hoje, a minha cota diminuiu bastante. Mas, ainda assim, separo tempo suficiente para me manter atualizada com a leitura.

Meu trunfo é porque consegui desenvolver a paixão pelos livros! 😉  

  

Imagem: Alguns livros da minha biblioteca pessoal


E quais os benefícios da leitura para sua vida pessoal e profissional?

São inúmeros os benefícios que podemos obter, quando criamos o hábito da leitura, que seria inviável tratar de todas elas por aqui. Podemos citar alguns deles, como por exemplo:

ü Aprendemos mais

ü Somos mais críticos com bom senso

ü Melhoramos nossa comunicação – quando ampliamos o nosso vocabulário e assim podemos nos relacionar com maior facilidade no local de trabalho e no âmbito social

ü Escrevemos mais e melhor

ü Ampliamos nossa visão de mundo

ü Obtemos com a leitura mais facilitação para aprimorar a parte técnica do nosso trabalho

ü Absorvermos culturas diversas

ü Aguçamos a nossa curiosidade

ü Despertamos a nossa criatividade e ainda enriquecemos a nossa cultura.

Tudo isso, só pelo hábito de cultivarmos a leitura!


 Conclusão

Como vimos a importância da leitura é porque este hábito favorece o nosso crescimento em várias áreas da nossa vida.

Todos nós podemos desenvolver o gosto pela leitura, se ainda não temos. A sugestão é começar refletindo sobre o que você faz no teu trabalho ou gosta de fazer nos seus momentos de maior distração e liberdade. Dessa forma você pode ir buscando leituras livres ou específicas de livros, aliando a temas do seu interesse.  

Eu comecei a ler dessa forma, gostei e não parei mais de ler.

Com um pouco de foco, cultivando a persistência e vontade você também poderá se transformar num grande leitor e transformar a sua vida. 😉

Perguntas que movem:

Qual foi a última vez em que você se entregou a leitura de um livro? Sobre qual assunto você leu e despertou mais o seu interesse? 

O que você acredita, que precisa acontecer, para você começar a ler mais a partir de agora?  


Obrigada por ter ficado comigo até aqui. Espero que este texto possa te ajudar. 

Forte abraço.

Vera Lucia Silva

Saiba mais:

https://g1.globo.com/politica/blog/matheus-leitao/post/2019/01/06/retratos-da-leitura-no-brasil.ghtml - Acesso em 21/04/2021

 #importanciaparaodesenvolvimentopessoal #Leitura    #Aprender    #Expandirconhecimento    #Melhorarcomunicação     #Importanciaparaodesenvolvimentoprofissional

#melhoraraescrita      #ampliaravisaodemundo   #absorverculturadiversas #aprimorarapartetecnicadonossotrabalho      #despertaracriatividade

 

terça-feira, 13 de abril de 2021

Meditação: a melhor forma de provocar mudanças

 Inspiracional 



Olá, tudo bem! Que bom que você está aqui. :)

Nosso tema hoje é totalmente inspiracional e baseado em algumas vivências e práticas nossas. Somam meu próprio desenvolvimento pessoal e profissional,  como me vejo como uma facilitadora do desenvolvimento pessoal, e, especialmente pelo meu grande interesse em ajudar outras pessoas a conquistarem a melhor versão que elas podem ser, em suas vidas.  (Você pode ler por aqui sobre este este tema). 

Algumas reflexões, para que possamos começar...

...Quem de nós vive se questionando, que precisa mudar algo na vida?  Penso que desde em sempre, todo mundo tem algo que gostaria de se ver e fazer diferente. Né, não?

Um momento é o trabalho que não anda bem. Se conseguimos pagar as contas, muito bem e nos sentimentos satisfeitos por algum tempo. Mas logo em seguida surge outra necessidade, que nem o trabalho e nem o dinheiro conseguem resolver. Por exemplo, nos relacionamentos, quando nos envolvemos com comportamentos tóxicos, quando sentimos que estamos dando mais do que recebemos. Vem a frustração. O ambiente também pode ser um grande causador de desgastes. O virtual por exemplo, em vez de curtimos as redes sociais, ao contrário, nos preenchemos de picuinhas e desafetos desnecessários, quando nos deparamos com opiniões diferentes da nossas. 

Veja só, não lembramos que a beleza do mundo está em conviver com o diverso e saber tirar aprendizados disso. :(

Quando olhamos para o lado pessoal,  vem outra encrenca. Enxergamos um comportamento nada assertivo. Desejamos ser mais focados, queremos terminar o que começamos e não conseguimos fazer nenhuma coisa e nem outra. Tencionamos chegar sedo em nossos compromissos, mas isso nem sempre acontece. Quando vemos, nos pegamos dando desculpas esfarrapadas. (Já leu algo sobre autorresponsabilidade? Tem um post, que trata desse assunto. Se quiser ler, acesse por aqui.) 

Também existe aquela ideia de tentar parar de se comparar, ou deixar de modelar tudo o que as outras pessoas fazem, porque queremos ser iguaizinhos a elas. 

Ai Jesus é muita coisa!!

E pensar que esse comportamento fazia parte do meu dia a dia e eu nunca havia parado para pensar a respeito.

Hoje, eu faço bem menos. O meu desenvolvimento pessoal me ajudou a superar alguns comportamentos desses. 

Ou seja,  primeiro foi preciso me conhecer, para depois identificar o que eu queria mudar. Confira aqui sobre o autoconhecimento. 

De verdade, o que venho aprendendo é que sempre existe algo que podemos mudar em nós mesmos. Podemos burilar as nossas atitudes, que elas certamente refletirão em nosso comportamento, consequentemente, aperfeiçoando nossas habilidades, trazendo novas competências e melhorias em nossos relacionamentos e trabalho. ;)

Possa ser, que nem tudo o que você ler em seguida signifique algo assim tão transformador pra você. 

Mas pode ser  também, que alguma coisa faça sentido e você fique sabendo que existem ferramentas que te ajudem a provocar mudanças em si mesmo. 

A meditação é uma ferramenta extraordinária!

Quem sabe tenhamos algo em comum e isso possa, sinceramente te ajudar. Se você quiser.  ;) 

Vamos começar refletindo o que seria mudança. 

Mudança, segundo o dicionário é o ato ou efeito de mudar, de dispor as coisas de outro modo.

No caso de uma mudança pessoal, é preciso ir além de bons pensamentos, é preciso ter atitude. Atitude para mudar comportamento, hábitos e envolver nossa cadeia de sentimentos, ações e reações. 

Mudar é sempre uma decisão somente sua. Uma consciência de que algo precisa ser feito para que você se sinta melhor e mais satisfeito consigo mesmo.



Bastante sugestível a frase de Charles Darwim, que diz” “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente. Quem sobrevive é o mais disposto à mudança.” 

Penso que a frase acima caiu nos meus braços há alguns anos atrás, e eu a abracei com tudo.

Fato é que, provocar mudanças exige investirmos numa série de mudanças internas (a redundância foi proposital rsr).

Pode começar, buscando o entendimento dos seus “porquês” de fazer as coisas que faz. Isso te levará a criar ou trazer mais clareza de qual é o teu propósito. Leia o artigo nosso: "Saiba porque encontrar um propósito é importante".  

Conhecer a qualidade da sua mente e, como também, daquilo que está te motivando a seguir em frente, também são passos importantes dentro do processo de provocar mudanças. 


Alguns desafios que podem aparecer no caminho 

Já ouvi amigos dizerem que sofrem só em pensar em mudar algo neles mesmos.  Talvez isso seja um disfarce para ficar na zona de conforto. Eu gosto de conforto, mas sei que é uma estratégia perigosa, porque já fiquei muito tempo nela e quando resolvi tomar uma ação, precisei me refazer por inteira. 

Também já li artigos de diversos especialistas, que ensinam as pessoas mudarem, porque mudar sozinho, realmente dá trabalho.

Quando você já tentou fazer isso muitas vezes e não conseguiu ir adiante. Uma opção assertiva é procurar um profissional, que possa te ajudar. 

Eu mesma não me canso de estudar, pesquisar e escrever sobre mudanças de atitudes, aqui pelo blog.

Claro, que não estou aqui, pra dizer que mudar é fácil. srrsr

É preciso fazer um esforço pessoal muito grande e mobilizar-se pra que algo aconteça. Só assim podemos criar uma versão nova de nós mesmos e começarmos a criar a vida que sonhamos.

Mudar pode nos levar a suplantar nossos medos e encarar que temos limitações. 

Mudar pode nos desafiar a, finalmente encarar que existe certas coisas em nós mesmos que não gostamos (nossas sombras), mas que podemos aprender a conviver com elas de uma forma mais honesta, pacífica e sadia.

Ora, mudar pode nos levar a descobrir que não existe perfeição, ainda que pensamos o contrário, visto que passamos um bom tempo olhando para a grama verde do vizinho. Lembra disso? 

Você também já viu aquela pessoa que escolhe um dia “X” para mudar? Ou ela se condiciona a mudar, quando as condições forem mais favoráveis. Eu já pensei muito desta forma, por isso posso falar com experiência de causa. 

Primeiro eu precisava terminar a faculdade, pra depois ter que arranjar tempo suficiente pra mim, meu esposo e minha filha. 

Será que a minha família não era assim tão importante, pra que tivesse que me formar primeiro, pra depois dedicar algum tempo pra ela?

O pior, é que muitas pessoas agem assim, de forma egoísta, o tempo todo e não percebem.


A meditação me ensinou a trabalhar as minhas mudanças 

Aprendi que existe sim, uma maneira de sermos melhores. 

Melhores como pessoas, como seres humanos, melhores com as pessoas e naquilo que fazemos.

Tenho buscado encontrar sentido sobre tudo isso, refletindo essas e outras questões. 

Uma forma que encontrei foi silenciando a minha mente. 

Foi começando a meditar.

Meditar, para mim, simplesmente significa me olhar.

Me olhar de uma forma diferenciada: sem culpa, sem ansiedade, sem cobranças, sem julgamentos, sem querer encontrar respostas para todas as perguntas que surgem. Apenas me olhar.  

Quando medito, eu tiro um tempo para respirar consciente e perceber o que o meu coração está sentindo e o que a minha mente está me levando a pensar. Mas, ainda assim, não busco seguir cada sugestão para novos diálogos ou reforçar os antigos. Então? Lembra? E aí, já resolveu? Como é que é?

Durante este tempo que me dou, apenas olho para as questões e até para as imagens, que pululam na minha frente. Apenas aceito o que está ali e as deixo ir em seguida.

Então, eu volto a prestar atenção na minha respiração.

Só faço isso.

Mas olha que interessante, como venho repetindo esta prática por muitas e muitas vezes, já há quase dez anos, percebi que o meu cérebro, danado por buscar respostas pra tudo, aos poucos foi compreendendo, que nem tudo precisa da minha atenção imediata e que nem tudo que ele me recorda eu devo me mobilizar para ir atras e resolver naquele momento.

Aquele momento é meu, comigo mesmo.

Ai que vem o pulo do gato! 😉

É quando eu começo a tirar a ansiedade e o estresse de ter que pensar em mil coisas ao mesmo tempo e tentar resolve-las, sem levantar prioridades.

Isso é ou não é coisa de doido?! ;(

Durante esses anos todos de meditação, eu fui assimilando e aceitando coisas sobre mim mesma, que antes eu nem pensava em encarar: não sou uma super mulher, tenho muitos defeitos, há coisas que não tenho competência suficiente para terminar ou fazer, ainda tenho muito o que aprender, pontos a fortalecer e de que o meu percurso merece toda a minha atenção. 

Eu mereço a minha presença.

Essa, com certeza foi uma das mudanças mais favoráveis e positivas que fiz na minha vida. Adquiri o hábito de silenciar a minha mente e me colocar em primeiro lugar. 


Conclusão

A meditação é uma das melhores formas de provocar mudanças. Quando meditamos, trazemos mais autoconhecimento e conseguimos, aos poucos o aperfeiçoamento pessoal.  Outra forma é buscar cursos, palestras, treinamentos e bons livros com temas que trate de mudanças, transformação e que te ajude a identificar pontos de melhorias em você mesmo. 

E você, quais estratégias que estão de ajudando a criar mudanças positivas em sua vida?

Veja se este texto serve pra você. 

Forte abraço e até o próximo! 

Vera Lucia Silva

Imagem da Pexels

#Mudança  #Meditação  #Sermelhor   #Contiuarmudando

segunda-feira, 12 de abril de 2021

5 passos para diminuir a autossabotagem



 

Olá, tudo bem. :) 

Hoje, batemos um papo sobre a autossabotagem, um tema que pode interessar você.

Se você ainda não leu o post, onde falo sobre : Os quatro sinais que indicam que você está se autossabotando, recomendo a leitura, para que você compreenda os 5 passos que vou falar aqui.  Você pode acessar o artigo por aqui. 

Para este post, você confere nossas últimas dicas, com os 5 passos, que podem te ajudar a diminuir a autossabotagem e você começar a fazer o voo certo rumo aos seus objetivos. 😉


Alguns dos nossos posts relacionados:

Autoconhecimento é uma atitude 

5 benefícios por mudar hábitos ruins 

Saiba como definir metas SMART


Existem alguns passos bem simples, que você pode começar a fazer. São eles:  

Primeiro passo - Faça seu autoconhecimento, reflita profundamente, se os sinais indicados no último post, alguns deles ou todos eles não estão aí, presentes com você. 

Segundo passo- Se você já se avaliou com bastante sinceridade, coragem e identificou algo, esta é a melhor notícia pra você – é possível mudar um hábito, trocando um comportamento por outro!

Terceiro passo – Você já ouviu falar em afirmações positivas? Então, já foi comprovado por estudos científicos, que seu cérebro ouve e grava tudo o que você fala pra si mesmo. Imagine você soltando os leões pra cima de você mesmo? ☹  Então, bora começar agora mesmo a mudar sua fala sobre você mesmo.  Dessa forma, você vai estar aprendendo a trocar suas crenças negativas por crenças mais positivas – Afirme que você é uma pessoa capaz, que você é inteligente, uma pessoa merecedora, que tem propósitos e que sabe aonde quer chegar. Para facilitar este processo, você pode anotar no seu celular as suas afirmações de poder e novas crenças (Eu já faço isso há muito tempo e tem dado muito certo pra mim). Reserve um tempinho pra você e repita todos os dias as suas frases positivas em alto e bom som. Ouse você também e afaste a autossabotagem!

Quarto passo - Comece a organizar a sua agenda, reveja aqueles acordos que você fez consigo mesmo (a) e seja mais realista sobre eles. Pense sobre seus pontos fortes, que podem te ajudar a seguir em frente. Reveja os pontos a melhorar (Este é o momento certo pra isso!) Se estruturou uma meta super e mega difícil, é bem capaz que o seu autossabotador já esteja de plantão, esperando o momento certo pra te mostrar que você não consegue fazer como você disse que faria. Então, reveja suas metas, seus objetivos, se eles estão específicos e ajustados para ações mais simples e práticas de se fazer. Assim, eles serão alcançáveis.

Quinto e último passo - Cada vez que você alcançar uma meta, um objetivo pequeno que seja, aprenda a comemorar com entusiasmo (daqueles exagerados mesmo!) e traga mais gratidão pelo seu esforço, pela disciplina e dedicação. Estudos feitos pela ciência da Emotologia comprovam que nosso cérebro presta atenção e grava nossas emoções mais fortes. Agindo assim, seu cérebro também começará a registrar as suas conquistas como algo emocionalmente positivo, isso fará com ele comece a liberar mais substâncias da dopamina,  injetando mais bom humor, alegria e felicidade nas suas emoções, o que, consequentemente, te ajudará a entrar num ciclo de sentimentos mais positivos, aumentando o nível da sua autoestima e te afastando da autossabotagem.

 

Conclusão 

Parabéns para você, que chegou até o final deste artigo comigo!! Obrigada \0/

Reflita se faz sentido pra você as nossas dicas e responda pra você mesmo, quanto do seu tempo poderá ser empregado para fazer tais mudanças e diminuir a autossabotagem?

Se precisar de ajuda, conte comigo. ;)

Se você gostou do artigo, comente e compartilhe! 

Vamos ajudar mais pessoas a saber sobre a autossabotagem e como sair dela. 

 

Forte abraço e sucesso!

 

Vera Lucia Silva

 

Saiba mais:

Rosner, Stanley. O ciclo de autossabotagem: por que repetimos atitudes que destroem nossos relacionamentos e nos fazem sofrer. Ed. BesrSeller

Pesquisa sobre o cérebro: http://www.psiquiatriageral.com.br/cerebro/entrevista_antonio_damasio.htm

Pesquisa sobre a Emotologia: http://www.cidadedocerebro.com.br/curso-de-emotologia.asp

http://divagacoesligeiras.blogs.sapo.pt/372234.html

https://pt.wikipedia.org/wiki/Neurotransmissor

Filme Sabotagem: https://en.wikipedia.org/wiki/Sabotage_(2014_film)

Imagens da Freepik 

#Autossabotagem   #4sinaisdaautossabotagem    #Procrastinar       #Desculpas     #Boicotar   

quarta-feira, 7 de abril de 2021

Como desenvolver a autoestima e a autoconfiança

 



Olá tudo bem 😉

Você já pensou em como é importante e o que fazer para manter a sua autoestima elevada e a sua autoconfiança em dia?

Para este post batemos um papo sobre esses dois conceitos, a relação que existe entre eles e como você pode desenvolve-los.

A nossa mensagem é que: Você pode ser a melhor versão de si mesmo, cuidando da sua autoestima.

Vamos saber mais?

 

O que é Autoestima e autoconfiança

A autoestima é o quanto gostamos de nós mesmos e nos apreciamos. A importância da autoestima é que ela é a base das nossas realizações.

Quando temos a autoestima elevada, nós sonhamos em realizar grandes coisas na nossa vida e buscamos criar objetivos para que isso aconteça.

A autoconfiança significa o tanto que acreditamos na nossa capacidade de realizar os nossos sonhos.  Quando temos autoconfiança, pensamos que é crível pra nós planejar, mudar hábitos, aprender tudo o que é necessário para melhorar nossas atitudes e nosso comportamento, tendo em vista o nosso objetivo.

Manter a nossa autoestima elevada e a nossa autoconfiança em dia é um grande passo para construir um caminho de maior resultado e felicidade.


Posts relacionados: 

Saiba como definir metas pelo sistema SMART

Como saber se você não está na zona de conforto

Você se considera uma pessoa persistente?


Como desenvolvemos a autoestima

Segundo os autores do artigo “Autoestima e relações afetivas”, Antonio Isidro da Silva e Geison Isidro Marinho, a autoestima é desenvolvida com os elementos fornecidos pelas nossas relações familiares e sociais.

Para Nathaniel Branden desenvolver a autoestima é desenvolver a convicção de que somos capazes de viver e somos merecedores da felicidade e, portanto, capazes de enfrentar a vida com mais confiança, boa vontade e otimismo, que nos ajudam a atingir nossas metas e a sentirmos-mos realizados. Ainda para o autor, desenvolver a autoestima é expandir a nossa capacidade de ser feliz.

 

E como desenvolver a nossa autoestima e autoconfiança?

Pensando nisso, preparei uma lista com seis dicas simples que pode ajudar você na tarefa de desenvolver a sua autoestima e autoconfiança.

1#Trabalhe e aprimore a sua resiliência: A resiliência é um conceito da psicologia, emprestado da física. O termo “Resiliência” tem origem no latim, -resílio – re – silie – que significa “saltar para trás” ou “voltar ao estado natural”. Ou seja, ser uma pessoa resiliente é a nossa capacidade de atravessar as adversidades, obstáculos e problemas e, ainda assim, voltar ao nosso estado normal e continuar indo em frente. Saber sobre a resiliência e aprimorar esta capacidade nossa nos ajuda a ter mais autoconfiança e equilibrar a autoestima.

2#Defina objetivos e metas: Definir objetivos e metas é pensar no que quer pra sua vida e antecipar ideias, pensar nos passos necessários, propor melhorias e quais atitudes deve trabalhar para mudar o seu comportamento, para então, alcançar o que deseja. Pensar dessa forma pode te ajudar a ser uma pessoa mais autoconfiante, porque você começa a acreditar na sua capacidade de realizar.

3#Queira sair da zona de conforto: Saber que estamos numa zona de conforto muita gente sabe, mas saber se movimentar pra sair desse marasmo é que é o problema. Sair do conforto exige encarar que temos muitos medos. O que é normal. Já pensou em andar na sala de sua casa às escuras, sem luz nenhuma? Até que é relativamente fácil, né não? Porque você sabe a disposição dos móveis e consegue andar até com certa segurança. Agora, tente entrar em um lugar, onde nunca esteve e andar sem nenhuma luz para te guiar. Dá ou não dá um certo medo? O medo não é bom e nem ruim. Penso que é necessário, visto que o medo nos ensina a não colocar a mão no fogo. Quando coloca a sua mão devagarinho, vai sentindo a quentura e aí você vai percebendo o momento certo para afastar a mão. Se não fosse o medo, você certamente queimaria a sua mão. Sair da zona de conforto, enfrentando os seus medos vai te ajudar a ser uma pessoa mais auto confiante e elevar a sua autoestima.  

4#Aprenda a lidar com suas limitações: Para lidar com nossas limitações uma das primeiras coisas a fazer é reconhecer que temos limitações. Eu mesma sempre tive medo de falar em público e até hoje ainda tremo, quando surge esta oportunidade. Numa das empresas em que trabalhei, os líderes foram chamados para apresentar o setor em que trabalhavam, num evento de começo de ano. Eu quase morri, até subir no palco e começar a falar. Eu havia treinado a semana inteira para fazer uma boa apresentação, mas não teve jeito, eu tremia feito vara verde. Eu consegui falar e me sai bem, segundo comentários dos meus colegas. Isso só possível pelo fato de eu ter, logo no começo da apresentação, confessado que tinha um grande medo de falar em público e que era um grande desafio para mim, estar ali, na frente deles. Reconhecer este medo publicamente, que era uma limitação na minha comunicação, me ajudou a lidar com ela e falar, razoavelmente bem. Isso também me ajudou a ser mais autoconfiante, por entender que eu tenho recursos e que posso acessá-los, quando precisar. Lidar com suas limitações, aos poucos trará mais autoconfiança para você. 😉

 

5#Busque ser uma pessoa mais persistente: Sem persistência dificilmente conseguiremos ser autoconfiantes e elevarmos a nossa autoestima a patamares maiores. Sem persistência, nós jamais conheceríamos as histórias do bruxinho Harry Potter e nem sua autora, a escritora britânica Joanne Rowling, que hoje é vista como a mais rica e poderosa do Planeta e nem sua obra seria traduzida para sessenta e quatro idiomas. Rowling ouviu muitos “nãos” dos editores, inclusive de que sua história não era boa.

No campo pessoal, a capacidade da persistência pode te ajudar a pensar mais de duas vezes, antes de desistir dos seus projetos e sonhos.

Buscar pela persistência com certeza trará enormes benefícios para sua autoconfiança e autoestima.  

6#Liste suas vitórias e lembre-se porque as conquistou: Somos tendenciosos a lembrar mais rapidamente das coisas negativas, perdas e erros cometidos ao longo da vida. Isso se deve a nossa genética, visto que nossos ancestrais aprenderam a lutar o tempo todo pela sua sobrevivência, com isso aprenderam, primeiro a detectar o perigo ao menor ruído. Nós herdamos esta parte dos nossos ancestrais.

Por isso, quando listamos as nossas vitórias e lembramos no que fizemos para conquista-las e porque isso foi possível, isso nos trará mais autoconfiança para superarmos outros obstáculos, quando eles surgirem. Também ajuda manter a autoestima elevada tendo consciência de que as vitórias vieram e fazem parte da nossa história, pequenas, simples ou não. Elas aconteceram.  


Conclusão

Você pode desenvolver a sua autoestima e autoconfiança exercitando essas dicas simples, porém, elas podem ser cada vez mais efetivas, quanto mais você insistir nelas. Depende, unicamente do que faz sentido para você. 

Espero que este post possa te ajudar.

Forte abraço e sucesso.

Vera Lucia Silva

 Saiba mais:

Nathaniel Branden. AUTO-ESTIMA: Como aprender a gostar de si mesmo

Auto-estima e relações afetivas. Acesse o PDF file:///C:/Users/Vera/Downloads/507-1802-1-PB.pdf

#Autoestimaeautoconfiança    #Comodesencoverautoestima      #Comodesenvolveraautoconfiança

 Imagem da Pexels

Dica de livro: Os Códigos da Linguagem de Neville Johnston


Olá, tudo bem.

O autor terapeuta Neville Johnston conta em seu livro “Os códigos da linguagem” da sua mudança pessoal, quando passou por uma EQM, decorrente de um assalto ocorrido em 1977.

No formato pequeno, com noventa e poucas páginas, no livro relembra um pouco da sua experiência e como isso foi capaz de mudar sua forma de enxergar a vida e, a partir dela começar a trabalhar em uma nova missão.

Missão de ajudar as pessoas a lembrarem quem realmente são, começando a falar de forma clara e consciente.

Só abrindo um parêntese, antes de continuar. Encontrei este livro em abril de 2015, num dos quiosques de livros do metrô de São Paulo. Até então, eu havia lido, mas não me senti, naquela ocasião, muito confortável para indicá-lo pelo blog.

Não enxergava associação com o meu propósito de desenvolvimento pessoal visto a linha ser mais terapêutica.

Contudo, relendo o livro, aplicando algumas técnicas ensinadas em mim mesma e ampliando o meu entendimento dos seus conceitos, ficou claro para mim que as práticas que eu trato no meu trabalho de desenvolvimento pessoal pelo blog, também são referências psicopedagógicas, que, ainda que em caráter não oficial, ou de não formação profissional, busco pelas pesquisas situar a relação que existe entre criar atitudes, mudança do comportamento humano, mudança do mindset e suas interfaces com o nosso lado mental.  Por isso, a indicação do livro.

Na obra, encontramos dicas e sugestões de como podemos trazer mais consciência para nossa vida, falando de forma clara. Com certeza esta parte enfatiza o desenvolvimento pessoal.

 

Quer experimentar um pouco desta nova forma de usar sua linguagem? Então vamos lá.  

 

Os códigos da linguagem e o campo quântico

Nos lembra que vivemos em um campo quântico e que a todo instante nossas palavras e sons vibram o tempo todo dentro deste campo. Construímos nossa realidade a cada instante. Tudo o que acontece em nossa vida está relacionada com a programação que recebemos ao longo da nossa vida e como nós mesmos estamos programando o tempo todo, para o sucesso ou para o fracasso, para a consciência ou inconsciência, quando usamos a linguagem.  

 

Padrões negativos e positivos

Nossa linguagem dita os padrões negativos e positivos, com os quais interagimos e construímos as coisas a nossa volta. Por isso o porquê do livro é nos estimular o autoconhecimento e alerta para perceber o quanto usamos palavras que nos enfraquecem, em vez de nos fortalecer.

Num dos exemplos do livro - Capítulo Palavras que enfraquecem pg. 25: “Sempre que você usa a palavra “deveria”, deixa subentendido que você, ou uma outra pessoa, está errado. A palavra “deveria” implica um sistema religioso que foi violado. Esse sistema é baseado na culpa. Sim, você poderia ter feito algo de modo diferente. E daí? Tudo sempre acaba se resolvendo perfeitamente bem. Por que ficar remoendo a culpa?”

Ainda sobre a as palavras enfraquecedoras, ressalta que a raiva = falta de informação; Raiva = medo e o ódio é um espelho.


Formando uma nova consciência

Interessante, o uso de muitas expressões e palavras retardam o nosso crescimento e nos impedem de ter objetivos ligados à nossa luz interna.

O código de linguagem são metafísicos e são indicações de como podemos usar nosso modo de pensar, sentir e agir, formando atitudes de forma mais positiva, sabendo que esta forma nova de se comportar revelará em nós, uma nova consciência.

 

Palavras de fortalecimento

Quanto as palavras de fortalecimento, o autor sugere algo que desafia a quem lê o livro, como por exemplo, jogarmos fora qualquer programa que nos diga que para ganhar dinheiro, nós precisamos sofrer com o trabalho.

Enfatiza que, trabalho significa estar quase quebrado. ☹

Troque o seu programa relacionado a dinheiro para quatro palavras – “Vou ganhar dinheiro facilmente” – irá nos transformar por completo.

 

Conclusão

O livro é, realmente um daqueles encontros literários,  que nos inspira ao crescimento pessoal,  repensando a nossa linguagem e, principalmente, refletir até que ponto estamos preparados para renovar a nossa consciência e implementar uma reprogramação para uma vida mais próspera em todos os sentidos.

Espero que esta dica possa te ajudar. ;) 

 

Forte abraço

 

Vera Lucia Silva

 

Saiba mais:

No livro, você encontra mais explicações sobre a terapia “Renascimento” do autor e como se comunicar com ele.

JOHNSTON, Neville. Os Códigos da linguagem: Falando de forma clara e consciente. Publicado originalmente por Samuel Weiser. York Beach, ME. USA. Tradução: Rubens Siqueira Bianchi.  Editora Cultrix São Paulo, 2000.

#códigodalinguagem    #Desenvolvimentopessoal          #Novaconsciência 

quinta-feira, 1 de abril de 2021

Hora da metáfora: Obstáculos

 



Obstáculos

Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada. Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho. Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra.

Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas mas nenhum deles tentou sequer mover a pedra dali.

De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais.

Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali. Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada.

Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra. A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho.

O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendeu: "Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição".

                                                                                                                         Por Adriana Valvassori


Quais obstáculos você pode estar cultivando ai dentro de você e deixando as oportunidades passarem na sua vida? 

Melhor ainda, quais pedras você já tirou do seu caminho, encontrou aprendizados únicos e  que está levando você a ter uma vida extraordinária? 

Pense nisso! 

Forte abraço e sucesso! 


Vera Lucia Silva 

Imagem da pexels