domingo, 20 de março de 2016

Sabedoria de Augusto Cury




Pense nisso. 


Forte abraço e sucesso!


Vera Lucia Silva

sexta-feira, 18 de março de 2016

Sonhe - O melhor vídeo inspiracional que eu assisti

Olá, tudo bem.

 


Inspirar mudanças de atitude e coisas boas é um dos nossos objetivos!  


Saiba porque este vídeo, até a nossa consulta,  teve  aproximadamente 2.066.644  de visualizações pelo YouTube!  

A ideia do autor é inspirar você a refletir profundamente o seu caminho e,  encarar de uma outra maneira tudo o que tem que ser feito. 


Que tal experimentar?



  

Será que que temos algo dentro de nós, capaz de nos levar a suplantar as próprias barreiras, que erguemos  à nossa volta? 


Penso quase todos os dias sobre isso. E você, o que pensa a respeito?


Comente com a gente e compartilhe com seus amigos. Vamos ajudar outras pessoas a, também a encontrar respostas positivas na vida. 


Forte abraço, luz e sucesso!


Vera Lucia Silva



Saiba mais:

http://www.robertofermino.com/sonhe/ 
Sempre colocamos vídeos novos para ajudar no seu desenvolvimento pessoal - sonho - realização - sucesso - ação. 

Filmes:
Na Natureza Selvagem, Rocky 4, 7 Vidas, Á Procura da Felicidade e Uma Mente Brilhante.

Vozes:
Les Brown, Will Smith e Eric Thomas 

Créditos:
Feito por Mateusz
Produzido e adaptado por Roco
Original: Dream - Motivational Video

quarta-feira, 16 de março de 2016

Elogio: a mágica de transformar pessoas

Olá, tudo bem




  
         Dizem que a mágica é a capacidade do artista, de, por meio de práticas escondidas, provocar fenômenos extraordinários. 

         Da mesma forma, elogiar alguém, também pode produzir resultados fantásticos nesta pessoa!

         De verdade, quantas vezes deixamos passar a oportunidade de elogiar alguém, um funcionário pelo bom trabalho executado ou um amigo por uma ação ou atitude de mudança?

Você já pensou sobre isso? 


Especialistas da área comportamental, afirmam, que elogiar é uma das práticas mais positivas para motivação e transformação pessoal.


Chefe de mulher de negócios sênior, promovendo agradecendo a funcionária enquanto equipe aplaudindo

Quando elogiamos uma pessoa, criamos nela uma expectativa em relação a nós, e ela, sempre que possível, vai tentar manter o mesmo nível de comportamento, que gerou aquele elogio.

O elogio, quando aplicado publicamente, faz com que a pessoa crie um sentimento muito positivo e de autovalorização. Assim, mais e mais ela vai tentar repetir o mesmo comportamento.  

Contudo,  fique atento, visto que o elogio deve ser aplicado de uma forma genuína, quando percebemos que de fato existe um esforço verdadeiro por parte pessoa. Seja para realizar melhor o seu trabalho, no relacionamento cordial com colegas, ou mesmo mantendo o equilíbrio emocional, agindo corretamente em situações que envolva clientes com grandes dificuldades.  

Pela mesma razão, o elogio quando dirigido a uma pessoa, de forma honesta e entusiasmada, pode gerar nela uma grade transformação.



Tem uma história, que ilustra bem o que quero dizer.     

Poucos meses depois de se mudar para uma pequena cidade, uma mulher reclamava a seu vizinho sobre o péssimo serviço que havia recebido de uma mercearia local. Ela sabia que seu vizinho era amigo do proprietário e esperava que ele transmitisse sua queixa.

Na visita seguinte que ela fez a mercearia o proprietário recebeu-a com um largo sorriso e disse o quanto estava feliz em vê-la novamente. Esperava que ela estivesse gostando de sua cidade e, ainda, disse que teria imenso prazer em ajudá-los a se estabelecerem. Atendeu pronta e eficientemente o pedido que ela fez. Mais tarde, a mulher relatou a miraculosa mudança para seu novo amigo.

"Suponho que você tenha dito a ele como achei ruim seu atendimento, não disse?" ela perguntou.

"Bem, não", respondeu o vizinho. "A bem da verdade, espero que não se importe - disse-lhe que você estava surpresa de ele ter conseguido montar numa cidade pequena uma das mercearias mais bem dirigidas que você já havia visto." ;) 

Resumindo, um elogio é uma forma ótima e simples, quase mágica, de ajudar a transformar pessoas.  

E Você, quantas pessoas já elogiou hoje?

Como você acredita que esta ideia poderia ser aproveitada, no seu trabalho ou no seu ambiente social?

Forte abraço e sucesso!

Vera Lucia Silva

terça-feira, 15 de março de 2016

Efeito borboleta: atitudes simples que causam efeitos fantásticos!

Olá, tudo bem.


Para este artigo inspiracional, estou considerando o último livro que li – Efeito borboleta, de Glenn Packiam (passo mais detalhes na bibliografia).


Na medida certa, o escritor, com uma habilidade indiscutível, explora sua própria vivência como orador, escritor e referência, como diretor da New Life School of Worship e integrante do corpo ministerial da comunidade New Life, para nos presentear com um belíssimo livro. Eu gostei muito de ler, aprender e fiquei até entusiasmada com meu projeto da Modusvls Alternativa. Pelo que compreendi, pode sair sim, grandes coisas de pequenas coisas.

E é este o encontro de ideias, que trago para compartilhar com você.

Packiam, de espírito luminoso, aborda em seu livro temas sobre o comportamento de ajuda, aspectos religiosos, cristianismo, entre outros, são temas com base na vida cristã, o que já proporciona por si, uma riqueza de conhecimento, expressão de fé [entendi, que é como caminhar com Deus]. Porem, o que me inspira e espero gerar o mesmo em você, é o que fundamenta seu escrito, baseando-se na “Teoria do Efeito borboleta”.

Para quem ainda não sabe, a Teoria do Efeito Borboleta foi cunhada pelo meteorologista Edward Lorenz, do MIT, que devido a suas pesquisas, obteve resultados inesperados com a simulação feita em computador sobre as correntes de ar, que sobem e descem quando aquecidas pelo sol. Enfim, com este experimento Lorenz acabou demonstrando uma propriedade da Física, conhecida com “Sensibilidade às condições iniciais”, identificada por Henri Poincaré, no século 19.

E você pode estar se perguntando: o que saber sobre a “Teoria Efeito Borboleta”, ou a “Sensibilidade às condições iniciais” tem a ver com atitude e mudança de comportamento, que podem nos levar para onde queremos estar?

Não vou contar tudo do livro (fique tranquilo:=), que é para que você leia e tire suas próprias impressões – hipótese ou não, de que “O bater de asas de uma borboleta no Brasil pode provocar um tornado no Texas” - o fato é que baseado nesta teoria, o autor apresenta ideias, fatos, datas e cita pessoas, que mudaram o rumo das suas histórias pessoal, e da história mundial de sua época, somente por fazer a coisa que achava ser certa. Parte dessas mudanças, tem seguramente refletido, até nossos dias.

É disso que estou falando: Fazer a coisa certa sempre e com esta atitude, gerar comportamentos proativos, assertivos que te levem para outro patamar, seja na vida pessoal ou profissional.

Por exemplo, ser proativo, é uma das qualidades esperada por muitos especialistas, que buscam novos profissionais no mercado, visto que esta pessoa demonstra capacidade de trabalhar em equipe e ajudar no seu ambiente de trabalho, sem que seja solicitado a fazer algo. Trata-se de uma pessoa atenta ao outro, que faz continuamente da sua presença uma figura colaboradora e necessária.  Da mesma forma, a assertividade, é uma qualidade de funcionários e líderes, que sabem colocar seus pontos de vista, dar opinião, sabem dizer não, dão e recebem feedback, sem, contudo expressar arrogância ou descontrole emocional.

Da mesma forma, Packiam descreve a história de Neemias, Frank Wills, Rosa Parks, entre outros, que - fizeram a coisa certa e mantiveram outra atitude essencial, como por exemplo, a determinação.  Para criar o efeito da borboleta, ressalta, é necessário mantermos firmes, permanecendo no rumo, com nosso objetivo. Com isso, a determinação, também é uma daquelas atitudes e comportamentos simples, que motivados por Deus, ou de acordo com a sua crença e fé, como quiser refletir – pode te levar a realizar grandes coisas.

Assim como, cada uma das pessoas citadas no livro provocaram, por meio de simples gestos, grandes mudanças, que refletiram um tempo depois em algo que sequer imaginaram.  

Entre outras frases interessantes do livro, de modo a reforçar que tudo é possível, diante da Teoria do Efeito Borboleta, encontrei uma que para mim, refletiu profundamente a concepção da “Sensibilidade às condições iniciais”. Que diz o seguinte: 


“As pessoas que mudaram o mundo optaram por focar as mudanças nas circunstâncias em que estavam, traduzindo grandes sonhos em ações rotineiras”.


Naturalmente, o autor resume com esta frase, que não precisamos esperar terminar a faculdade, para sermos um profissional com titulação, capaz de fazer a diferença na vida das pessoas, independente em qual área atuemos. Ou, que não possamos, por meio de um trabalho simples, porem digno e necessário na vida de todos nós, cumprir corretamente a função como um coletor de lixo. Outro exemplo, ser mãe, funcionária do lar ou apenas ajudar seu filho nas tarefas da escola, de modo a incentivá-lo como melhorar sua atenção. Mesmo aquele funcionário que atende ao cliente, em um humilde estabelecimento. Não importa onde estejamos ou o que façamos, se ocupamos cargo de direção, intermediário ou operação!


Todos nós podemos – fazer a coisa certa todos os dias, criando um efeito borboleta- e, como também, melhorar a vida das pessoas a nossa volta, dando exemplos de profissionalismo, consciência de cidadania, sendo referência nas pequenas coisas, sem necessariamente ser o funcionário do mês. Ainda assim, sabendo que exercitar seus afazeres e trabalho de modo positivo, da melhor maneira possível e com determinação, pode significar um trabalho de uma abelhinha (só para ilustrar), que nem sequer sabe ou sonha que está produzindo um dos melhores sabores da natureza: O mel.
Agindo dessa forma, desenvolvendo atitudes como a pro atividade, assertividade e determinação, certamente refletirão um resultado bem maior lá na frente.  

Por tudo isso, acredite que tal modo de agir, só te trará melhores oportunidades onde você está. Além disso, você pode estar sendo um belíssimo exemplo para outra pessoa, que pode estar ai bem ao seu lado. Seja seu filho, filha, esposo, esposa ou um amigo. Não importa quem seja esta pessoa. O que verdadeiramente importa, é refletir que isso é possível, que batendo suas asas, a sua maneira, amanhã o efeito possa ser bem maior do que você imagina.  

Que tal pensar nisso?

Quais atitudes observa em você, que tem provocado um efeito borboleta – seja no campo pessoal ou profissional – de modo simples, expansivo e positivo?  
Quais atitudes já vem desenvolvendo, no seu dia-dia, que podem te levar a criar comportamentos fantásticos, que te tragam mais alegria, amor, amigos... ...Relacionamentos de sucesso?

Fica aqui nossa dica!

Forte abraço e lembre-se de ler o livro, na melhor oportunidade. Tenho certeza, de que você vai gostar e pode te ajudar muito!

Vera Lucia Silva


Saiba mais: 
Efeito borboleta: um simples gesto: um mundo de diferença/Glenn Packiam;tradução de Roselene Sant’Anna da Silva. – São Paulo: Garimpo Editorial, 2010.
    

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Inspiracional: Criando os hormonios da felicidade

Olá, tudo bem.





Você sabia que o seu corpo é uma máquina maravilhosa, e pode gerar diversos hormônios, da felicidade?

Você sabia disso? 

Então, a felicidade é aquela sensação real de satisfação plena com o que a gente faz, ou com o que recebemos das outras pessoas. Também, pode ser entendida como um estado de contentamento. 

E você sabia também, que você tem o poder de gerar mais felicidade pra sua vida, quando pratica exercícios físicos?  

Então, você pode praticar a felicidade e construir atitudes que impulsione sua vida para o melhor. 

Mas, por que isso é importante Vera Lucia?

Isso é importante, porque pode trazer ganhos inimagináveis para a sua saúde, para o seu trabalho e, consequentemente, para os seus relacionamentos.

Um dos estudos que acho fantástico e, que corrobora com esta afirmação é a neurociências.  Através desta ciência, é possível compreender,  como nosso cérebro trabalha de forma extraordinária, criando através dos neurônios, nossas sensações, sentimentos, que por si criam nossas atitudes e comportamentos.  Ou seja, como enxergamos, como ouvimos, cheiramos, tateamos e pela forma como degustamos os sabores, isso significa como utilizamos o nosso canal representativo.


Feliz jovem em campo na primavera


E com a caminhada, ou na pratica de outro exercício físico, a neurociência explica que nosso cérebro começa a gerar, o que eles chamam de “Hormônios da felicidade”. Afinal, já disseram que nosso corpo é uma usina de criar energias: as substâncias, hormônios ou os neurotransmissores, como também são conhecidos, geram por meio da atividade certa, a felicidade em doses pequenas, mas que funcionam. Esteja você consciente delas ou não.

E como elas funcionam Vera Lucia?

Os hormônios do nosso corpo são criados de várias formas, o exercício físico é apenas uma delas, e por razões específicas.

Por exemplo, para citar algumas: a dopamina, a ocitocina e a endorfina.

·         Dopamina: É o neurotransmissor que eleva a sensação de prazer, amor e apego a uma coisa ou pessoa. E é possível perceber a falta desse hormônio na pessoa em quantidades adequadas, quando esta apresenta estado de mau humor, distanciamento, maior introspecção e dificuldade de resolver pequenos problemas do dia a dia.  O lado físico, também não dá tréguas, respondendo com alguns sinais mais agitados, chegando a ser impacientes na resolução de problemas, e chegando a impedir um sono mais relaxante durante as horas de repouso.
·         Ocitocina: Também é conhecida como “Droga do amor”. Isso, porque a ocitocina e responsável por construir relacionamentos saudáveis, baseado na confiança em si mesmo e em outras pessoas.
Durante treinamentos que dou, sempre que possível incentivo o abraço entre os participantes, visto que segundo os pesquisadores, a ocitocina é produzida pelo hipotálamo, e um abraço caloroso e verdadeiro pode de imediato gerar este neurotransmissor.
Tai uma ação, que não é propriamente uma atividade, mas uma ação que se bem inspirada pode nos trazer ganhos inigualáveis.
E você, já abraçou alguém hoje? Já gerou sua ocitocina?
E por último, não menos importante, temos a Endorfina:
·         A endorfina é produzida na glândula hipófise e atua como uma espécie de analgésico natural.
Este hormônio produz a sensação de bem-estar e relaxamento do corpo. Com isso, muda seu humor e sua alegria consideravelmente, quanto temos incidência normal ou grande de endorfina em nosso sangue.

Naturalmente,  existem outras formas de criar e manter em níveis adequados esses hormônios, e neste caso, a recomendação, além de manter uma alimentação saudável, e hábitos de comunicação mais positiva consigo mesmo (automotivação), é procurar um especialista.
Particularmente, muito além do que citei acima, acredito que você pode ganhar muito praticando exercícios físicos, considerando que todo este fazer (visto que somos uma soma) vai te levar a criar atitudes e comportamentos mais positivos, assertivos e mais autorresponsáveis. 

 Ou seja, sendo autor das suas mudanças pessoais. 
Portanto, você pode criar também relacionamentos mais saudáveis e ricos só pelo fato de estar praticando a felicidade, que impulsionará sua vida para o melhor.
Tire a prova, pratique a caminhada, o abraço ou faça outro exercício físico que te de maior prazer, de acordo com seu perfil e amplie suas oportunidades na vida.

Espero que este texto tenha te ajudado. Comente com a gente e compartilhe nas suas redes sociais. 

Você pode mais do que você pensa que poder!

Vera Lucia Silva

Saiba mais:

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Se livre do automático e viva com mais bom-humor



    Charles Chaplin
(1889-1977)
Ator, dançarino e produtor inglês 


Olá, tudo bem. Espero que sim ;)

Para este post, trouxe algumas ideias, para explorarmos juntos e contribuir com dicas para melhorarmos atitudes e levarmos a vida de forma mais leve e bem-humorada.  

Para quem ainda não assistiu, eu insisto, assista (a redundância foi proposital) ao filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin. Chaplin, ator, diretor e produtor inglês fez carreira no cinema, com o personagem  hilário "Carlito", o vagabundo. 

Chaplin já faz parte da minha história. Em casa, eu e meu esposo já gostávamos de curtir seus filmes, e minha filha, também solta boas gargalhadas com o “vagabundo”. 

Contudo, também podemos olhar atrás dos bastidores e enxergar a beleza, o humor crítico e a inteligência do que eu chamo de “falas mudas” de Chaplin, refletindo com humor, que lhe é característico, a nossa “vida moderna”.

No filme, o vagabundo acaba de sair da fábrica, onde ocorre uma verdadeira pane nas máquinas. Ele sai, levando nas mãos uma espécie de chave de apertar parafusos. Voltando um pouco a cena, você assiste ao vagabundo todo atrapalhado, apertando roscas em uma esteira rolante, onde peças passam rapidamente e ele, pressionado por um inspetor de qualidade, acaba por desestruturar, com sua forma atrapalhada, toda a produção.  O momento, que acho muito engraçado, é quando o vagabundo deixa a parafernália da máquina e continua a fazer gestos repetidos, como se ainda estivesse a apertar parafusos e roscas da máquina. Nisso, acaba correndo atrás de uma mulher, tentando apertar os botões da blusa que ela usava.

Bom, não vou contar o filme todo, se não perde a graça e você pode considerar como spoiler.  

O que  penso, que talvez seja legal tirarmos dessa história - atualíssima - é refletirmos se também não estamos ficando como o vagabundo, robotizados em meio às rápidas mudanças tecnológicas, que nos colocam diante de clientes cada vez mais exigentes [mais inteligentes] e consumidores ávidos por soluções imediatistas.

Será que não estamos tentando apertar parafusos, para todos os problemas e/ou situações que nos surgem?

Naturalmente, o meio competitivo e pressionado do ambiente do trabalho, o tal “tempo moderno” que Chaplin descreve artisticamente, quase não deixa espaço para errar e corrigir, pelo contrário, temos que acertar sempre. E para que serve o famoso “feedback”, se não para aprimorarmos atitudes, posturas e revermos objetivos junto às nossas lideranças?

Pela mesma razão, do lado pessoal, também é impactado. Existe uma sutil cobrança por parte família e dos amigos, o que nos impele a necessidade de ter que participar de tudo, de tentar estar presente em todos os momentos, e isso, certamente acaba transformando nossas atitudes e ações automáticas, sem a participação do hemisfério direito, o lado mais holístico, colorido.... a parte mais alegre do nosso cérebro.

Lembrando, que somos seres totalmente emocionais.

Com efeito, acabamos curtindo o que não apreciamos, registramos selfs rotineiras, opinamos sem profundidade das coisas, não dosamos as palavras, deixamos de olhar nos olhos do outro, a fim de perceber como o outro se sente a respeito do que eu falo.  Não conseguimos trazer a empatia para as nossas relações. 


Conclusão
  
Diante dessas mudanças tão rápidas, tão frementes, ainda assim, penso que é possível adotarmos atitudes menos apressadas, mais reflexivas e bem humoradas. Acho que é bem esta a lição de Chaplin, para que levemos a vida sem sair por ai, enxergando tudo como se fosse parafusos. 

E você, como pode ajudar a si mesmo para relaxar mais?
Como você faz para lidar com a vida com mais bom-humor?

Este artigo fez algum sentido para você? Se fez comente e compartilhe. 

Forte abraço

Vera Lucia Silva

Imagem da Google

#Selivredeatitudesautomáticas         #Vivaavidacombomhumor    #Charliechaplin

sábado, 19 de dezembro de 2015

A vida só há duas opções: qual delas você escolhe?

INSPIRACIONAL 


“A vida só há duas opções, ou você escreve sua história ou lê a história que os outros estão escrevendo”.

Carlos Hilsdorf 


Olá amigos, tudo bem.


Para quem ainda não conhece a frase acima é de Carlos Hilsdorf, considerado um dos maiores palestrantes motivacionais do Brasil, que nos encontros que faz, consegue nos inquietar, fazendo com que a gente tenha um certo comichão para fazer as coisas acontecerem em nossa vida.
                                                                                                                                                                                              (Carlos Hilsdorf - Imagem Google )

Esta frase me fez lembrar das promessas de final de ano, quando vêm junto as famosas promessas, que,  geralmente não mudam muito: vou emagrecer este ano, vou trocar de emprego, vou terminar, finalmente a minha faculdade, vou abrir meu próprio negócio, vou atender melhor aos meus clientes, vou mudar de atitudes e.. vou.... vou... vou...

E lá se foi mais um ano cheio de promessas, quando muitas ficaram guardadas em algum caderno ou perdidas em alguma pasta no seu computador, onde muito provavelmente está escrito a palavra “metas”.

Falo assim, porque isso já aconteceu comigo, pode ter acontecido com você e com muitas outras pessoas. 

Fato é, que, quando isso acontece, a gente acaba esquecendo das promessas que fez. Mas, o problema aí, é que nossos sonhos não se realizam sozinhos.

Você, concorda comigo? 

As metas e objetivos que traçamos para a nossa vida, elas não vão sair do papel,  só porque queremos que elas aconteçam. É necessário que façamos algum esforço,  que trabalhemos nelas diariamente, com determinação, persistência, motivação e foco.

Para você ter uma ideia, uma das coisas que tenho aprendido e quero compartilhar com você e este post está valendo para esta autorreflexão, é que, entre aprender a gostar de um trabalho,  que me ajude com a renda familiar (ainda que não seja o que eu queira fazer), ou, entre desenvolver um projeto , que acredito e falar das coisas que gosto e tenho paixão, para fazer a vida valer a pena,  é preciso saber o - porque de fazer as coisas acontecerem.

E para nos vermos envolvidos e comprometidos – sabendo o porquê de fazer as coisas acontecerem – é que criarmos certos hábitos..

Desenvolver um hábito é algo que formamos ao fazê-lo com certa repetição e frequência. Segundo Charles Duhigg, que editou o fantástico livro O poder do hábito, nossos costumes são formados, quando repetimos atitudes, pensamentos e ações. 

Por exemplo, ao criarmos o habito de pensarmos com sentimento, trazendo emoção, visualizando e sentindo cada passo do que queremos ter, ser ou fazer, é justamente uma atitude se fizermos sempre que possível e dentro de um determinado espaço.    A ação positiva fica por conta de pensarmos como se já estivéssemos lá, vivendo o que verdadeiramente queremos.


Mulheres, Aulas De Yoga, Asana, Aptidão


Quando cultivamos este hábito, que chamo de – atitude com ação positiva – criamos a prática de nos lançarmos ao futuro.

Como todos nós sabemos, as metas são ações para serem revistas, repensadas e nossos objetivos, muitos deles modificados, se assim o quisermos.

O importante de tudo isso é aprendermos de forma simples a criar estratégias, praticas e focar em ideias que nos coloque no caminho do que realmente queremos e entender que praticando - atitude com ação positiva - vamos criar percepções mais assertivas e resolvidas de nós mesmos, como também, vamos adotar novos comportamentos que nos ajudem a chegar onde queremos.

Resumindo e voltando a frase de Hilsdorf, “A vida só há duas opções, ou você escreve sua história ou lê a história que os outros estão escrevendo”.

Afinal, você está a fim de continuar lendo o que os outros estão contando ou vai escrever e compartilhar da sua história?

Espero que este post tenha ajudado você.
Se você gostou do nosso post, comente com a gente e compartilhe nas suas redes sociais. 

Forte abraço.

Vera Lucia Silva