quarta-feira, 6 de outubro de 2021

5 dicas valiosas para o seu autocuidado

 

                                                                     Imagem da Pixels



Olá, tudo bem 😊

Você é daquelas pessoas acostumadas a dizer que nunca tem tempo pra você mesma? Está sempre ocupada com alguma outra coisa, além da atenção que já dedica ao trabalho, a família e com a casa? Se você tivesse que dar uma nota para você mesma (de 01 a 05), avaliando como trata os seus relacionamentos, que nota você se daria?  Tente se lembrar, nos últimos três dias, das coisas que você fez, qual delas foi dedicada inteiramente a você?

São perguntas aleatórias, contudo, se você conseguir parar para analisar, refletir e responder pelo menos a uma delas, saiba que você já estará fazendo algo pelo seu – Autocuidado.

Neste artigo, apresento algumas dicas sobre autocuidado. Continue lendo porque acho que pode te ajudar. ;) 


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Procurando pelo dicionário e fazendo a junção do prefixo - Auto, que exprime “a noção de si próprio” e somar a palavra “cuidar”, que tem entre suas definições:  ponderar; reparar, atentar para prestar atenção em; chegamos ao Autocuidado.

Autocuidado, então significa cuidar de si mesmo.

E qual a importância de tratar do autocuidados dentro do nosso desenvolvimento e crescimento pessoal?

Existem vários valores, o quais poderíamos relacionar a necessidade do autocuidado em  nossa vida. 

De verdade, uma ideia que trago nesta reflexão é a de que o autocuidado - o cuidar de si mesmo, também está relacionado a autoestima e a autoconfiança.

Esses dois últimos termos fazem parte dos resultados que queremos para a nossa vida. Isso nos ajuda a crescer!

 Eficácia e eficiência em coisas do nosso trabalho. Harmonia, amor, satisfação e alegria no lado pessoal, tudo isso são modelados pelas nossas escolhas, decisões e ações, que por si, estão atados ao nosso nível de autoestima e autoconfiança.

Quando buscamos investir no autocuidado, significa então, que estamos também inspirando nossa autoestima e autoconfiança a ficarem fortalecidas.

Ter autocuidado é essencial para o nosso bem-estar e saúde e é sempre bom saber mais sobre este assunto visto que muitas pessoas o confundem com o egoísmo e não levam tanto a sério o seu conceito, como deveria.

Quando uma pessoa é considerada egoísta, ela tem por hábito colocar seus próprios interesses, opiniões e necessidades, sempre a frente de todos e nunca levando em conta os sentimentos das outras pessoas.

No entanto, uma pessoa que está exercitando o autocuidado, ela não precisa se colocar no centro do universo. Ela apenas, por escolha somente dela, decide ter um olhar diferente para si mesma.

Uma pessoa quando opta pelo autocuidado, significa que ela se avaliou e começou a perceber que existem algumas lacunas na vida dela, e que merecem mais atenção.

A atenção é para ela mesma.

Quer ajudar o seu próximo, comece ajudando a você

Por mais que uma pessoa queira ajudar uma outra pessoa, contribuir, ela, primeiro precisará estar bem consigo mesmo. Somente assim, sua ajuda poderá ser mais efetiva.

Veja o caso de uma mulher, que chega exausta do trabalho e sua irmã veio lhe fazer uma visita, trazendo os três sobrinhos, ainda crianças. Ela já sem energia, ainda assim tenta dar atenção e ser agradável com a sua irmã, que chegou de forma inesperada. Ela tenta e faz todo o possível, porém, em dado momento, ela começa a ralhar com as crianças a fazerem estripulias pela casa, como toda criança faz. Nota o barulho, a bagunça que estão fazendo e a correria, que a deixa ainda mais cansada. A irmã percebe que ela não está gostando do comportamento das crianças e logo em seguida, de forma tempestiva recolhe a todas e decide ir embora, de cara amarrada. A irmã vai embora chateada com a falta de acolhida que a mulher fez a ela e aos sobrinhos. A mulher fica frustrada com o ocorrido e pensa: “Nossa, minha irmã escolheu um dia ruim para me visitar. Vou precisar me desculpar com ela depois”.

Como vimos neste exemplo ilustrativo, no âmbito pessoal, podemos também passar por outras situações em nosso trabalho.  

Quando não estamos bem com a gente mesmo, por mais que queiramos, e até gostemos muito de certas pessoas, nem sempre conseguiremos prestar ajuda e contribuir com o nosso melhor. Falta o autocuidado.

 E o que podemos fazer para ter mais autocuidado?

Antes de colocarmos o nosso autocuidado em ação, é necessário entender que cabe a cada um de nós se convencer que precisa de mudanças. Este seria o primeiro passo.

Somente assim é possível iniciar um processo de transformação das nossas atitudes e hábitos pelo autocuidado.

Vamos então conhecer agora, das 5 dicas valiosas para praticar o seu autocuidado.

1 – Exercício físico/Caminhada: Creio que você já deva saber ou já tenha lido em algum lugar dos grandes benefícios que o exercício físico pode nos proporcionar. Então, nada mais justo do que citá-lo nas nossas sugestões para o seu autocuidado. O exercício físico, além de cuidar do nosso bem-estar físico, também colabora para aliviar as tensões do dia a dia, as fadigas emocionais causadas pelos desafios e frustrações, ainda que pequenas. Trazer para os seus hábitos a caminhada com regularidade, te ajudará a trazer mais disposição e entusiasmo, por gerar, naturalmente substâncias positivas como a serotonina e a dopamina. Separar um tempo para usufruir de algum outro tipo de atividade física – resguardadas as recomendações médicas, conforme o seu perfil e necessidades – te ajudará a cuidar melhor de si.

2- Medite: Esta prática é amplamente conhecida por nos ajudar a recompor a nossa energia, visto que a perdemos facilmente, entre as atividades do trabalho, nos estudos e atenção com a família. Existem outros inúmeros benefícios advindos da meditação e diversas práticas que você pode querer aprender, experimentar e começar daí o seu autocuidado.  Comentamos sobre a meditação neste post: Meditação: a melhor forma de promover mudanças.

3- Aprenda a dizer “Não”: Recentemente postei um vídeo pelo Facebook falando sobre como aprender sobre a assertividade fez uma grande diferença (positiva) no meu desenvolvimento pessoal e na minha vida. Uma das coisas que aprendi foi que dizer “Não” é um direito que assiste a todas as pessoas, quando tem outras prioridades. Só precisamos aprender como dizer o “Não” no momento certo e da forma correta. Sem agredir ou tirar a dignidade de ninguém, muito menos a nossa. Quando faz isso, sendo assertiva, a qualidade da sua comunicação muda e você sente o reflexo por ser uma pessoa mais autêntica e feliz consigo mesmo. Seu autocuidado pode começar por aí, sendo você uma pessoa que escolhe o momento de estar disponível ou não.

4- Busque pelo autoconhecimento: Se conhecer mais é uma ponte essencial para começar o seu autocuidado. O autoconhecimento é uma tarefa árdua e continua, mas que pode te ajudar a desvendar traços importantes sobre você mesma. Como funciona suas emoções, quais são suas crenças, pontos fortes, pontos a melhorar, porque reage de uma forma e não de outra. Quando você se abre ao autoconhecimento consegue trazer mais entendimento sobre a sua personalidade, como foram moldados seus gostos, hábitos e porque algumas características suas se sobressaem mais que outras. Aprender sobre você se trata de um autocuidado inteligente, porque produz afeto e mais compreensão sobre a sua própria vida. Que saber mais sobre o  autoconhecimento? Leia por aqui.   

5- Cultive verdadeiramente seus relacionamentos: Se você chegou até aqui comigo, agora é o momento certo para você se auto-avaliar, como trata os seus relacionamentos e qual a nota que você se daria. Ter autocuidado em relação aos relacionamentos é lembrar que não vivemos numa ilha e de que somos interdependentes, hoje e cada vez mais. Precisamos, uma vez ou outra ouvir outras histórias, saber de outras gafes, conhecer outras famílias que não sejam a nossa, ainda que no final de tudo, você perceba que elas só mudam mesmo é de endereço. Isso nos faz bem e nos sentimos acolhidos, quando alguém que gostamos e tão próximo de nós nos diz que entende o que sentimos e que isso também acontece com ele – e igualzinho. O problema é quando dizemos para nós mesmo que não dispomos de tempo suficiente para cultivar nossas amizades. Claro, você não diz exatamente dessa forma e nem usa dessas palavras. Mas, muito possivelmente ao ser convidada para ir a um cinema, ou tomar um suco num barzinho, a resposta saia negativa, sem que você consiga a pensar antes a respeito. Heloou! Você, acaba de receber um convite! Uma oportunidade para cultivar verdadeiramente seus relacionamentos. Isso também é autocuidado social. Cadê a sua nota?! 😉  

Conclusão

Como vimos, autocuidado tem tudo a ver com o nosso desenvolvimento e crescimento pessoal. Talvez, ao iniciar a prática de algumas dessas sugestões, o resultado do seu autocuidado não ocorra com uma mudança brusca e imediata, como geralmente situa a nossa expectativa, quando começamos algo novo. O que mais importa aqui é você começar a ter um olhar diferente sobre você mesmo e querer provocar alguma transformação.

Se recorda da nossa quarta pergunta, no começo do texto, na qual dizia sobre você tentar se lembrar, nos últimos três dias, das coisas que fez e qual delas foi dedicada inteiramente a você?

Então, a sua oportunidade começa aqui. Daqui a dois dias você poderá comentar que fez algo por você. Você leu algo a respeito de como ter autocuidado.

Veja aí, o que mais funciona pra você. Ou invente a sua própria maneira de se cuidar mais!;)

Comente e compartilhe, o que você já faz para ter mais autocuidado. Vamos adorar saber!   

Forte abraço!

Vera Lucia Silva

Imagens da Pexels

#Autocuidado    #Autoconhecimento   #Autoestima #Autoconfiança

sexta-feira, 24 de setembro de 2021

Uma dica valiosa para quem quer mudar e crescer

 



Olá, tudo bem. Eu espero que sim! :)

Veja, se você já conhece esta história...

...Conta que dois monges budistas, que pela sua doutrina, eles tinham feito um voto de castidade, o qual não poderiam falar ou tocar em uma mulher.

Certo dia, enquanto caminhavam em silêncio, encontram uma mãe desesperada, tentando atravessar um rio, pois sua criança estava na outra margem.
A correnteza estava forte e ela estava com muito medo de cruzá-la sozinha.

Um dos monges se aproximou da mulher e ofereceu a sua ajuda.
Ele a levantou nos braços e, como tinha pernas fortes por andar pelas montanhas, vales e rios, atravessou com ela o rio e a colocou do outro lado, junto com a sua criança.

Voltou, então, para o seu companheiro e continuaram a caminhar em silêncio.

Após duas horas, o outro monge disse ao que ajudou a mulher: “Eu não posso acreditar que você carregou aquela mulher para cruzar o rio! Eu não posso acreditar que você a tocou, quebrando seus votos…”

O monge simplesmente olhou para o seu companheiro e disse: “Eu a deixei há duas horas atrás e você ainda a está carregando.”

[Fonte: Diversos neurocemântica]

 

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O que ainda não te contaram sobre  a melhor versão de si mesmo


Só podemos mudar estando no agora!



A partir desta história e refletindo um ensinamento valioso, - o que estamos carregando em nossos corações e em nossos pensamentos, em nosso dia a dia, que não nos deixam espaço para vivenciar o presente do hoje?

A oportunidade de mudar algo em nossa vida, trazer algo de novo e de bom, exercitar nossa criatividade, aprender, crescer, ter êxito no trabalho e em nossos relacionamentos, é necessário aprender a olhar para o nosso estado atual.

Reflexão: O que está sendo tão maravilhoso, hoje, neste agora, que te faz ir atrás do que você mais gostaria de ver, alcançar, ser, estar, fazer e ter na sua vida?

Se quiser transformar algo em você, é preciso estar no agora e revisar a sua bagagem.   

Se fez sentido pra você, permita-se se desenvolver! 

Forte abraço e sucesso!

Vera Lucia Silva

#Estejanoaora #Estadoatual   #Oportunidadedeaprender 

quinta-feira, 26 de agosto de 2021

Sabedoria de Ben Carson

 Motivacional 




"Ninguém pode te impedir de fazer o que você quiser, se você estiver determinado e colocar isso em sua mente. Você sempre pode encontrar uma desculpa para não fazer algo, mas será apenas uma desculpa. Você não pode culpar ninguém a não ser você mesmo. Ninguém além de você é responsável pelo seu fracasso.“

 

Ben Carson

(1951)

Neurocirurgião pediátrico, psicólogo, professor e

escritor norte-americano

sexta-feira, 20 de agosto de 2021

O que é autorresponsabilidade e quais são as 6 leis que ajuda você a aplicar mudanças positivas na sua vida

 


Olá, que bom ter você por aqui. 😊

Para este post falamos sobre a autorresponsabilidade. Pode ser que você já tenha lido alguma coisa sobre este tema, mas acredito que informação nunca é demais e sempre há uma oportunidade de revisar conceitos e tirar algo de bom, quando lemos novamente. Não é verdade?

Nesse texto, você fica sabendo como a falta da autorresponsabilidade impacta nos seus objetivos. Você já pensou, que pode estar aí dando seu poder para outra pessoa, pelo fato de não usar da autorresponsabilidade?  No final, você confere as seis leis da autorresponsabilidade do coach Paulo Vieira, nas quais nos embasamos, também trazer algumas dicas especiais pra você.

Espero, sinceramente que esta leitura te propicie novos insights e que te ajude a seguir em frente, aprimorando cada vez mais o seu desenvolvimento pessoal, ganhando mais liberdade e refletindo positivamente nos seus resultados.

Ou seja, este tema é para quem está buscando ser uma pessoa mais consciente das atitudes, podendo por isso obter mais autonomia e sucesso naquilo faz!


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Você sabe porque reclamar não faz bem?


Pronto para ir além...

Vamos começar entendendo o conceito de responsabilidade.

A palavra responsabilidade é definida pelo Dicionário On line, como uma obrigação de responder pelas ações próprias ou dos outros. Pode ser entendida também como caráter ou estado do que é responsável.

A palavra autorresponsabilidade significa ter responsabilidade pelas próprias ações. Quando você tem autorresponsabilidade, você tem ciência de seus próprios atos e comportamentos.

Naturalmente, todos nós quando crescemos, nos tornamos pessoas maiores e adultas, aprendemos a ser responsáveis. Seja por tomar pequenas decisões em nosso trabalho. Estudando ou fazendo uma faculdade e pagando por ela. Rrsr Somos suficientemente responsáveis, quando também cuidamos da nossa família e lidamos bem com nossos relacionamentos. Existem outras áreas da nossa vida a exemplo da saúde, lazer e da espiritualidade, onde também podemos nos considerar responsáveis visto que a qualidade delas dependem totalmente de cada um de nós.

 

O que a autorresponsabilidade trás de diferente e porque aprender mais sobre isso pode te ajudar? 

O que aprendi e venho exercitando, é que autorresponsabilidade promove atitudes ímpares e diferenciadas, que nos ajuda a ter mais consciência e a partir disso nos tornamos pessoas com mais autonomia de respostas aos nossos desafios. Isso já é um grande benefício ao nosso favor.

Ter autonomia é administrar os seus próprios resultados e ganhar mais liberdade para outros enfrentamentos que possam surgir ao longo da nossa jornada.

Mas para isso é necessário assumir as escolhas que você mesmo faz.

Como assim Vera Lucia?

Então, o que estou tentando dizer, é que é muito comum e fácil falar que somos pessoas autorresponsáveis, mas o difícil mesmo é sê-lo.  

Vamos pegar um exemplo, pra gente tentar ilustrar melhor esta parte: Uma pessoa está em cima do horário, indo participar de uma reunião com sua equipe de trabalho. Num dado momento, esta mesma pessoa resolve parar num mercado de conveniência para comprar uma água com gás. Quando ela consegue sair do mercado, que ela supôs, levaria uns dez minutinhos, nota que sua parada rápida, de verdade custou quase meia hora.  Quando ela chega o local do encontro, alguns olhares podem desconcerta-la, quando ela busca imediatamente se justificar: Nossa, me desculpem, aquele mercadinho, ali da esquina só tem gente mole pra atender. Parei lá pra comprar apenas uma água e olha só no que deu, me atrasei? ;(

Deu pra notar? Uma atitude sem qualquer autorresponsabilidade, né, não?

Uma pessoa com autorresponsabilidade faria o seu discurso da seguinte forma: Nossa, me desculpem, eu sei que o atendimento daquele mercadinho da esquina é moroso, mas ainda assim, eu resolvi me arriscar para comprar uma água e olham só no que deu. Me atrasei.  Também poderia ter colocado com sinceridade, que ela não imaginou que o atendimento seria assim tão demorado.

Esta segunda atitude sim, seria de uma pessoa usando da sua autorresponsabilidade. \0/

 


E de que forma damos nosso poder ao outro?

Ainda no nosso exemplo, se a pessoa chega no horário, ela se vangloria por ter sido esperta em não ter parado para comprar sua água com gás. “Certamente me atrasaria” heheh.

De fato, a primeira das duas respostas é o que mais frequentemente usamos, quando não estamos sendo autorresponsáveis e mais conscientes das nossas atitudes.

Semelhante a isso – seria quando a pessoa se esquiva das suas escolhas e quer ganhar crédito somente pelos resultados bons, quando as coisas dão certo.

O problema é que ao agir assim, estamos dando poder ao outro.

Num momento, é a esposa ou o marido, um não acorda o outro no horário certo e por causa disso, um deles se atrasa para um compromisso. Outra é o amigo, que ficou falando demais, ele te distraiu e você acabou perdendo a hora. Nesta, a pessoa insiste em ficar na fila do banheiro, que estava muito grande e acaba por bater o cartão com atraso. Culpa de quem? Da fila que estava grande.  Outra situação é quando o cliente é quem atrapalha você de bater as suas metas de vendas. (Sério isso?!) Afinal, ele não quis comprar um produto e você teve que gastar um tempão com ele, explicando.

Percebe?  

Estes foram alguns exemplos, onde a gente detona a nossa autorresponsabilidade por não assumir, que parte do que nos acontece são por nossas falhas e não buscamos aprender nada com isso.

Mas imaginemos quando uma pessoa passa a maior parte da vida dela se esquivando de encarar seus resultados e consequências por suas atitudes não autorresponsáveis?  Ainda com coisas que lhe são caras e significativas?

Eu falo assim, porque já tive este mesmo comportamento em dimensões.

Para mim foi difícil, demorado e sofrido pensar, trazendo mais autorresponsabilidade. Fui aos poucos entendendo, que eu é quem estava dando poder ao ouro de resolver a minha vida.

No meu caso, enquanto trabalhei em uma empresa, lembro-me que preenchi inúmeras comunicações internas, informando que o metrô havia parado naquele dia.

Agora, vamos ser mais sinceros ainda, qual a grande metrópole do mundo, em que não acontece uma pane no metrô, numa linha de trem ou ocorre de um ônibus quebrar algum dia?

Mas comigo não era só isso! Teve ocasiões em que eu não conseguia entregar relatórios do meu setor para a diretoria. Nisso, eu virava e mexia e dava um jeito de apontar o setor “X” ou “Y”, que não havia entregue a parte deles em tempo. (uma ocorrência aberta), pode?

 Até hoje me sinto constrangida, quando me lembro que meu comportamento era este. ;(

Eu até entendo que tem coisas que acontece comigo, com você e com um montão de gente, que não está na nossa alçada para resolver. Mas fato é que a gente se acostuma a empurrar para o outro lado, tudo aquilo que não sai como a gente quer e gostaria.

Contudo, o pior é que a gente generaliza, acreditando que não podemos fazer nada sobre nada.

Dar poder para o outro, significa transferir o nosso papel de tomar decisões, sejam nas coisas mais corriqueiras, às mais importantes. Temos dificuldade de colocar pra gente mesmo, que parte dos nossos problemas são reflexos das nossas decisões.

A autorresponsabilidade nos abre oportunidades de fazer boas escolhas pra nós mesmos.

 


Quando causamos impacto negativo

Dar poder ao que está fora de você, ao outro, causa um impacto direto e negativo no que você faz.

Um impacto negativo é quando você cria um conflito internamente (dúvidas, insegurança, medos), que te impedem de seguir adiante, com as resoluções naquilo que você mais precisa.

Isso também te enfraquece, tornando você uma pessoa indecisa, minando suas ações.

Acaba dessa forma deixando seus objetivos, metas e sonhos mais distantes de você.

Este seria um impacto negativo muito grande.

Por outro lado, atuar com seu poder é assumir o que deu certo e o que também deu errado. É justamente daí que virá a sua força, quando decide assumir a sua autorresponsabilidade. 

Este é um caminho assertivo para ter mais sucesso, seja no campo pessoal ou no profissional. 

 


E o que fazer para ganhar mais autorresponsabilidade?

Aprenda e comece a exercitar nas suas atitudes as Seis Leis da Autorresponsabilidade

Para seguir aprendendo com este importante ensinamento, crescendo e ganhando mais consciência da sua autorresponsabilidade, inove suas atitudes, aplicando as Seis Leis da Autorresponsabilidade, com base no livro do Coach Paulo Viera, “O poder da Autorresponsabilidade”.

Confira quais são elas:

Lei número 1 - Se é para criticar, cale-se: Ainda é usado em muitos lugares e por diversas pessoas, o hábito de fazer críticas construtivas. Você já ouvir essa? Eu já senti na pele o início de um feedback, que diz: “Vou te fazer uma crítica, mas entenda que é construtiva e para o seu bem”.  Confesso que não me senti nada bem e ainda fiquei destruída por dentro, mesmo após os elogios que vieram em seguida. Então, a melhor dica aqui não seria outra se não, se calar, mesmo que a intenção seja fazer uma crítica “construtiva”. A não ser que a outra pessoa peça diretamente a você. Isso vale para as pessoas da sua família, seus amigos e colegas do seu trabalho. Certinho?

Lei número 2 – Se é para reclamar, dê sugestão: A palavra tem poder, que muitos homens desconhecem. E com isso usam imprudentemente da palavra, reclamando de quase tudo e de todos. Reclamar é reivindicar para si, exigir, lamuriar. Porém existe uma diferença entre reclamar com razão e reclamar por reclamar.  O que muitas pessoas não sabem, é que a reclamação também é uma energia, que fica impregnada ao redor delas mesmas, principalmente quando se queixam desnecessariamente.  Note se, cada vez que algum amigo toca no assunto sobre política, ou economia, se você não está entrando de voadora e gastando todo o seu latim, se queixando com isso. No seu livro, Vieira alerta para a ideia de a pessoa ser mais autorresponsável, usando palavras que edifiquem, em vez de reclamar. Ou seja, deixe de alimentar o ego do outro, multiplicando a queixa e lhe dando satisfação. Uma dica valiosa seria ser mais precavido e adotar a atitude de “boas ideias” para contribuir ou não dizer nada.

Lei número 3 – Se é para buscar culpados, busque solução: Quando estamos apontando o dedo para o outro lado (Lembra do nosso exemplo, que dei agorinha?), então a pessoa está se desresponsabilizando pela atitude que ela mesmo tomou e culpando outras pessoas ou mesmo situações. O atendimento do mercado, o filho, a sogra, o amigo, o chefe. Passando a culpa do que nos acontece para o outro, criamos dificuldades para inovar e mudar a nossa própria vida. Isso, também acontece porque ficamos sinalizando o tempo todo para o nosso subconsciente, que não temos capacidade de fazer algo diferente.  Os outros nunca deixam. Fica a nossa dica: Pare de justificar seus erros! Assuma o que deu certo e o que deu errado também. Busque ser uma pessoa mais positivas. Se passar a tomar esta atitude, você verá a sua vida mudar para melhor. Acredite!

Lei número 4 – Se é para se fazer de vítima, faça-se de vencedor: Essa lei diz que muitas pessoas aprendem e adotam hábitos ruins de se fazerem de vítimas, reclamam, criticam. Só que, um combo como esse pode explicar muitas coisas dolorosas que nos acontece. Pode ser a falta de amor, queremos chamar a atenção, tentamos pedir ajudar e não sabemos como fazê-lo, entre outros. Porém, existe uma alternativa, quando se está em posse de uma atitude autorresponsável, começa-se a chamar a atenção por ser uma pessoa vitoriosa. Para isso é importante aprendermos a agir como um vencedor. Use palavras que uma pessoa vencedora usaria. Trabalhe atitudes de um vencedor, para ser um vencedor. (A nossa dica neste item é que você leia aqui sobre este tema. Acho que poderá entender mais o que esta lei está tentando dizer, quando te inspira a agir como um vencedor).

Lei número 5 – Se é para justificar seus erros, aprenda com eles: Segundo Paulo Vieira “O erro é parte integrante do processo de aprendizagem”. Sim, isso mesmo, porque errar é humano, visto que todos estamos na senda do aprendizado. Aprender a errar é muito importante, porque assim vamos estruturando novas crenças, também diz o autor. Não neguemos os nossos sentimentos. Vamos reconhece-los para que possamos compreende-los dentro do nosso processo de aprender.  Se assim nos acostumarmos a fazer, chegará um tempo em que perceberemos que não estamos mais errando, estamos sim, obtendo resultado. A dica é: saiba usar dos seus sentimentos, pensamentos e atitudes de modo mais positivos, porque assim surgirão comportamentos melhores. Trabalhe para mudar o seu mindset, se perceber que sua mente é fixa. Busque ler em nosso blog sobre o mindset, tem muito conteúdo legal e que pode te ajudar a entender melhor a qualidade da sua mente.   

Lei número 6 – Se é para julgar as pessoas, julgue apenas suas atitudes e comportamentos: Quando alguém faz algo de que não gostamos, novamente usamos o péssimo hábito de criticá-la na sua pessoa. Falamos que ela é fofoqueira, ou que ela é desastrada, não é comprometida e por aí vai. Ao apontar a falha diretamente no outro, personalizando seu erro, tiramos a oportunidade de ajudá-la a mudar e melhorar. Dica:  Em vez de dizer que – “ela é isso ou aquilo”, ao contrário, diga “que seu comportamento de fazer fofoca, ou de estar distraída de vez em quando não ajuda, e que chegar atrasada é algo que ela pode mudar. As atitudes podem ser mudadas e dessa forma trazermos comportamentos autorresponsáveis.


Conclusão

Sabendo mais sobre a autorresponsabilidade e quais são as seis leis para aplicar tal conceito na sua vida, pode te ajudar a mudar atitudes. Você deixa de transferir o resultado das suas escolhas para os outros. Entra na trilha do aprendizado. Passa a usar do seu poder para tomar boas decisões. Começa a ganhar mais autonomia e finalmente alcança sucesso naquilo que você faz, porque se fortalece e chega até os seus objetivos. 😊

Você pode começar a fazer o seu desenvolvimento pessoal com este foco e verá refletido, também em coisas maravilhosas no seu lado profissional. Só depende de você.

De tudo o que falei, veja o que serve pra você. Comente com a gente o que você achou do texto.

Você já tinha lido este livro fantástico do Paulo Viera?   Acha que as dicas que recebeu aqui podem te ajudar de alguma forma? O conteúdo pode também contribuir com seus amigos e colegas? Pense nisso!

Deixo um forte abraço! Seja Muito Feliz!

Vera Lucia Silva

Saiba Mais:

VIEIRA, Paulo. O Poder da Autorresponsabilidade: A ferramenta comprovada que gera alta performance e resultados e pouco tempo/ Paulo Vieira. -São Paulo. Editora Gente, 2017.

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#Responsabilidade  #Autorresponsabilidade   #Atitudeimpar #Maisconsciência   #Autonomia  #Seisleisdaautorresponsabilidade  #Sucesso #Desenvolvimentopessoal

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Mindset de Crescimento: 4 ideias para programar o seu

 


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Olá, tudo bem. Que bom que você está aqui! 

Espero que ao final do texto, você realmente encontre algo que possa contribuir com o seu desenvolvimento pessoal e isso te ajude a ir mais longe.😊

Este post veio de uma inspiração, surgiu durante um bate-papo que tive com minha filha um dia desses. Ela está prestes a começar um estágio da faculdade na área de TI, algo não tão novo porque ela já teve a experiência anteriormente de estagiar, porém este desafio está condicionado a obter uma vaga de trabalho e oportunidade para continuar estudando também.

Tudo isso faz com que a gente tenha a sensação de ter um peso maior nas costas, com certeza.

Você já passou por alguma situação parecida!

Então, conversamos e ela comentou de suas dúvidas, medos e da sua ansiedade com tudo isso.

Primeiro eu a acolhi, colocando que isso é muito natural e que eu também já me senti assim, igualzinho a ela, em muitas vezes. Lembrei de uma situação em especial, a qual foi muito importante para mim, quando na oportunidade fui trabalhar num departamento de endomarketing. Foi algo, realmente incrível que me aconteceu, onde criei o projeto, foi aprovado pelo dono da empresa e ficou acertado que eu deveria assumir as responsabilidades pelas ações e estratégias de comunicação, com foco nos colaboradores.

Bom, já posso adiantar que não foi uma tarefa fácil pra mim, visto que eu não tinha experiência alguma, no que pretendia fazer. Também, foi quando entendi que o papel aceitava tudo, mas que a prática, o exercitar o que estava na proposta era um pouco (bem) diferente. Rsrsr

Foi um desafio de gigantes, também gerador de medos e ansiedade pra tudo quanto é lado que eu olhava.... Pra gente não alongar muito, fato é que passei por muitas situações difíceis, tive frustrações, onde eu enxergava muito dos meus erros, meus defeitos, falta de total experiência real na área, o que somando tudo, mais adiante ficou obvio pra mim, que o que faltava mesmo era competência necessária para assumir tal empreitada.

Quando você analisa o seu estado atual, abre o seu coração com toda a sinceridade, você descobre que a situação na qual você está foi você mesmo quem se colocou nela e que só você pode sair dela.

Foi o que eu aprendi durante esta jornada e, até garanti alguns sucessos, porque aprendi a desenvolver a persistência.

Escrevi uma séria sobre “Persistência” e num dos artigos eu conto um pouco dessa minha experiência profissional e pessoal. Se tiver interesse em ler, acesse por aqui. Acho que você vai gostar e pode te ajudar.

Esta introdução não é para comparar experiências, porque são níveis diferentes de desafios, entre mim e minha filha, foi só pra gente fazer um paralelo.

 

Como aprendi sobre a minha mente fixa

Então, voltando, aprofundando e buscando mais eu comecei a entender como minha mente funcionava diante das provocações que a vida estava me trazendo.

Foi depois da muita auto pesquisa, me desenvolvendo, que mais uma evidencia surgiu para mim, de que a qualidade da minha mente, naquela época era mais para a mindset fixa.

Eu sei disso porque meus medos estavam relacionados a cobranças que eu poderia receber, como recebi algumas vezes, e não tinha coragem de dizer que eu não sabia como resolver certas situações.

 

O que seria o mindset Vera Lucia? Você pode estar se perguntando

Este conceito é amplamente explicado e disseminado pela Dra. Carol S. Dweck, professora de Psicologia na Universidade de Stanford, que se especializou e escreveu sobre este assunto no seu livro - Mindset: Atitude mental para o sucesso.

Também já escrevi anteriormente sobre o Mindset em nosso blog. Bora conferir.


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Série Persistência II - Como aprendi o valor da persistência



Dweck descobriu nas suas pesquisas, que a nossa mente é capaz de adotar duas qualidades peculiares, - o Mindset Fixo e o Mindset de Crescimento. Lembrando que não se trata de exatidão na qual nossa mente age somente de uma forma, afinal somos seres muito complexos, mas o que acontece é que de tempo em tempo, conforme estágios da nossa vida, a nossa mente opera mais centrada numa forma do que em outra.

Por outro lado, segundo a psicóloga, existem sim pessoas, que já desenvolveram uma das duas qualidades da mente (Fixa ou Crescimento) desde a infância. Por isso, essas pessoas encaram os desafios e problemas de uma certa maneira – com a convicção de que são aprendizes e podem aprender sempre. ;)

 

Como funcionam o mindset Fixo e de Crescimento?

No mindset fixo temos uma inteligência, que ela chama de estática. Ou seja, este tipo de comportamento nos faz evitar desafios, ficamos na defensiva diante de obstáculos ou até desistimos com facilidade dos nossos intentos por acreditar na inutilidade dos nossos esforços. (E pensar que agi assim, muitas e muitas vezes).

No mindset de crescimento ou de progresso, como também é encontrado em literaturas sobre o mesmo tema, nós temos uma extrema liberdade para errar. Ops! Errar não, digo: Aprender. Isso mesmo. O mindset de crescimento, quem tem esta qualidade, que é uma inteligência bem desenvolvida, tem um desejo contínuo de aprender e com isso, a pessoa tem foco para abraçar seus desafios, levando-a persistir nas dificuldades maiores. Uma pessoa com esta qualidade na sua mente, ela enxerga os seus esforços como caminhos para ser bem sucedida e melhor ainda, ela não tem medo de receber feedbacks negativos, visto que são oportunidades únicas para aprender fazer as coisas de modo diferente e chegar ao seu objetivo. Que é ter sucesso!

É dessa forma que age uma pessoa de mindset de crescimento.  

 

E para você que me acompanhou até aqui, tenho uma boa notícia! Todos nós podemos desenvolver o mindset de crescimento!

 

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 Você pode reprogramar a sua mente para o mindset de crescimento e ter sucesso no que faz

A nossa mente sofre reprogramação o tempo todo, nós é que não ficamos atentos a isso.

Basta lembrar, de que quando você ainda era criança e quando sua mãe colocava algum legume verde no seu prato, você muito possivelmente fazia uma careta. Eca! Que coisa estranha lhe parecia um espinafre, uma couve ou um brócolis cozido!  

Talvez, você hoje ainda não coma todos os legumes de cor verde, mas se buscar aí na sua memória, verá que de fato, alguns deles você não gostava antes. Mas agora, você já consegue saboreá-los em uma gostosa salada.

Será que acertei?

Você reprogramou a sua mente experimentando certas coisas e dando conta de que era bom. Exercitou isso!

E é bem assim que fazemos pra quase tudo em nossa vida!

Nossa mente é maravilhosa, se nos permitirmos a olhar pra dentro de nós e vermos o quanto temos de recursos e que podemos mexer neles de modo positivo. (Assunto este para um próximo post)

Exercitar e querer mudar a qualidade da mente fixa para a mente de crescimento é apenas uma delas.

 

Saiba agora das 4 dicas de como você pode começar a exercitar o seu mindset de crescimento. 

Se você ainda não tiver uma mente que funciona assim. Certinho?

1-    Tenha muita clareza do seu estado atual: Reconhecer onde estamos, como fazemos as coisas e porque fazemos, é primordial, vem em primeiro lugar. Isso nos ajuda até a começar a entender como a nossa mente funciona.   

2-    Desenvolva a certeza: Busque pelo seu objetivo e propósito, entenda o que você quer pra você. Com isso, comece a trabalhar numa direção. Quando tem objetivos e sabe realmente o que quer, isso é importante porque a sua mente começa a ser mais flexível, entendendo que existem variáveis no meio do caminho. “Ninguém disse que seria fácil”, mas ninguém disse também “Que seria impossível”. É dessa forma que você começa a pensar quando desenvolve certeza.

3-    Se proponha a mudar, mesmo que aos poucos, mas se comprometa com isso: A palavra “comprometimento” vem do latim “compromissos”, que significa fazer uma promessa mutua entre as partes. Então, desenvolva um auto compromisso com a sua própria mudança.

4-    Mantenha a mente aberta e receptiva às outras pessoas: Esta atitude já é um comportamento do mindset de crescimento. Você já se percebeu agindo assim? Quando você se permite a aprender com o outro, ainda que não concorde com todos os pontos de vistas, ideias e comentários, significa que você está sim, tendo uma mente aberta.  Estando proativo a receber, também estará proativo para aprender sempre mais. Lembrando que por mais que nos esforcemos, nem sempre conseguiremos saber tudo. Isso é impossível! Então, alimentando a sua mente da vontade de querer aprender, ou até mesmo desaprender, vai lhe proporcionar entrar coisas novas.

 Conclusão

Existem inúmeras maneiras da gente lidar com nossos desafios, um caminho assertivo é reprogramando a mente para o mindset de crescimento. Foi o que reforcei para a minha filha e ela disse que começou a se sentir bem mais motivada a continuar em frente.

Exercitar o mindset de crescimento, isso demanda saber do seu estado atual, ter claro seu objetivo, se comprometer com mudanças e, entre outras atitudes, manter a mente livre e aberta. 

Isso significa focar no aprendizado e ir atrás do seu sucesso. Esta é uma grande atitude!

E agora que você também soube disso, e que depende só de você para chegar ao seu objetivo, o que pretende fazer?

Pense nisso, aja e seja feliz!

 

Vera Lucia Silva

Saiba mais:

Dweck, Carol S. Mindset: A nova psicologia do sucesso. Tradução S. Duarte. – 1ª ed. – São Paulo: Objetivo, 2017

 Imagem da Pexels

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