O blog Atitude em Dia nasceu para compartilhar conteúdo inspiracional de valor, permeando um espaço de aprendizado. Sugerimos leituras de livros, dicas e técnicas para o Desenvolvimento e Crescimento Pessoal. Nossos temas abrangem: Motivação, Autoconhecimento, Inteligência Emocional, Espiritualidade, PNL, Comunicação Interpessoal, auto-ajuda e qualidade da mente (Mindset). Seja bem-vindo e veja o que faz sentido para Você!
domingo, 2 de junho de 2019
sexta-feira, 24 de maio de 2019
Sabedoria e inspiração de Viktor Frankl
Olá amigos, as frases motivacionais em nosso blog "Relacionamento em Dia" tem o compromisso de inspirar vocês a refletirem em seus corações e mentes, como transformar seus sentimentos e pensamentos em atitudes positivas e proativas.
Nossos resultados dependem do
quão estamos motivados e focados no que queremos realizar. Seja no plano
pessoal, ou profissional, alcançar nossos sonhos dependem de uma só pessoa.
Isso
mesmo acertou quem pensou “depende de mim”!
Então, quanto mais alto vibrarmos amor,
esperança e vontade de superar os nossos limites, mais próximos ficaremos dos
nossos objetivos!
Esta semana, um recado
especial, vem movendo empenho pela vida. Falo do psicólogo Viktor Frankl. Quem já leu seu livro “Em busca de sentido”, conhece
o legado que este homem deixou para a humanidade.
Leia a mensagem de Frankl e
mova-se! Você pode!
quarta-feira, 15 de maio de 2019
sexta-feira, 10 de maio de 2019
Efeito borboleta – PARTE 2 atitudes simples que causam efeitos fantásticos!
Olá, tudo bem.
(Imagem Pixabay)
“As
pessoas que mudaram o mundo optaram por focar as mudanças nas circunstâncias em
que estavam, traduzindo grandes sonhos em ações rotineiras”.
Glenn Packiam
...Continuando na PARTE 2 - atitudes simples que causam efeitos fantásticos!. (leia aqui a PARTE 1)
Para criar o efeito da borboleta, ressalta Packiam, é necessário mantermos firmes, permanecendo
no rumo, com nosso objetivo. Com isso, a determinação, também é uma
daquelas atitudes e comportamentos simples, que motivados por Deus, ou de
acordo com a sua crença e fé, como quiser refletir – pode te levar a realizar
grandes coisas.
Assim
como, cada uma das pessoas citadas no livro provocaram, por meio de simples gestos, grandes mudanças, que
refletiram um tempo depois em algo que sequer imaginaram.
Entre
outras frases interessantes do livro, de modo a reforçar que tudo é possível,
diante da Teoria do Efeito Borboleta, encontrei
uma que para mim, refletiu profundamente a concepção da “Sensibilidade às condições iniciais”. A frase cita o seguinte: “As pessoas que mudaram o mundo optaram
por focar as mudanças nas circunstâncias em que estavam, traduzindo grandes
sonhos em ações rotineiras”.
Naturalmente,
o autor resume com esta frase, que não precisamos esperar terminar a faculdade,
para sermos um profissional com titulação, capaz de fazer a diferença na vida
das pessoas, independente em qual área atuemos. Ou, que não possamos, por meio
de um trabalho simples, porem digno e necessário na vida de todos nós, cumprir
corretamente a função como um coletor de lixo. Outro exemplo, ser mãe,
funcionária do lar ou apenas ajudar seu filho nas tarefas da escola, de modo a
incentivá-lo como melhorar sua atenção. Como também, aquele funcionário que atende ao
cliente, em um humilde estabelecimento. Não importa onde estejamos ou o que
façamos, se ocupamos cargo de direção, intermediário ou operação!
Todos
nós podemos – fazer a coisa certa todos
os dias, criando um efeito borboleta-
e, como também, melhorar a vida das pessoas a nossa volta, dando exemplos
de profissionalismo, consciência de cidadania, sendo referência nas pequenas
coisas, sem necessariamente ser o funcionário do mês. Ainda assim, sabendo que
exercitar seus afazeres e trabalho de modo positivo, da melhor maneira possível
e com determinação, pode significar um trabalho de uma abelhinha (só para
ilustrar), que nem sequer sabe ou sonha que está produzindo um dos melhores
sabores da natureza: O mel.
Agindo
dessa forma, desenvolvendo atitudes como a pro
atividade, assertividade e determinação, certamente refletirão um resultado
bem maior lá na frente.
Por
tudo isso, acredite que tal modo de agir, só te trará melhores oportunidades
onde você está. Além disso, você pode estar sendo um belíssimo exemplo para
outra pessoa, que pode estar ai bem ao seu lado. Seja seu filho, filha, esposo,
esposa ou um amigo. Não importa quem seja esta pessoa. O que verdadeiramente
importa, é refletir que isso é possível, que batendo suas asas, a sua maneira,
amanhã o efeito possa ser bem maior do que você imagina.
Que
tal pensar nisso?
Quais
atitudes observa em você, que tem provocado um efeito borboleta – seja no campo
pessoal ou profissional – de modo simples, expansivo e positivo?
Você
já pensou em quais atitudes possa desenvolver hoje, no seu dia-dia, que podem
te levar a criar comportamentos fantásticos, que te tragam mais alegria, amor,
amigos e relacionamentos de sucesso?
Forte
abraço e lembre-se de ler o livro, na melhor oportunidade. Tenho certeza, de
que você vai gostar e pode te ajudar muito! :)
Ajude o nosso blog a crescer, compartilhe com seus amigos nas suas redes sociais.
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Vera Lucia Silva
Saiba mais:
Efeito borboleta: um simples gesto:
um mundo de diferença/Glenn Packiam;tradução de Roselene Sant’Anna da Silva. –
São Paulo: Garimpo Editorial, 2010.
Efeito borboleta PARTE 1: atitudes simples que causam efeitos fantásticos!
Olá,
tudo bem.
Para
este artigo inspiracional, estou considerando um dos livros mais
instigantes, que li em 2018, _ Efeito borboleta, de Glenn Packiam. O texto é longo, e confesso, já foi publicado
no Linkedin :$ Mas, o que me motivou a resgatar aqui para o
nosso blog (em duas partes) foi um bate papo que tive com uma grande amiga, que
faz um trabalho belíssimo como ativista do Greenpeace.
Comentei sobre o trabalho de formiguinhas e abelhas, que, como ela, podem sim, mudar o mundo. Estou
falando de atitude! Nós podemos!
Então...
Na
medida certa, o escritor, com uma habilidade indiscutível, explora sua própria
vivência como orador, escritor e referência, como diretor da New Life School of
Worship e integrante do corpo ministerial da comunidade New Life, para nos
presentear com um belíssimo livro. Eu gostei muito de ler, aprender e fiquei até
entusiasmada com meu projetinho da Modusvls Alternativa (assim, minha amiga,
também pode ficar empolgada com as ações dela também) \0/ . Pelo que li e
entendi, pode sair sim, grandes coisas de pequenas coisas.
E
é este o encontro de ideias, que trago para compartilhar este artigo.
Packiam,
de espírito luminoso, aborda em seu livro temas sobre o comportamento de ajuda,
aspectos religiosos, cristianismo, entre outros, são temas com base na vida
cristã, o que já proporciona por si, uma riqueza de conhecimento, expressão de
fé [entendi, que é como caminhar com Deus]. Porem, o que me inspira e espero
gerar o mesmo em você, é o que fundamenta seu escrito, baseando-se na “Teoria do Efeito borboleta”.

Para
quem ainda não sabe, a Teoria do Efeito
Borboleta foi cunhada pelo meteorologista Edward Lorenz, do MIT,
que devido a suas pesquisas, obteve resultados inesperados com a simulação
feita em computador sobre as correntes de ar, que sobem e descem quando
aquecidas pelo sol. Enfim, com este experimento Lorenz acabou demonstrando uma
propriedade da Física, conhecida com “Sensibilidade
às condições iniciais”, identificada por Henri Poincaré, no século 19.
E
você pode estar se perguntando: o que saber sobre a “Teoria Efeito Borboleta”,
ou a “Sensibilidade às condições
iniciais” tem a ver com atitude e mudança de comportamento, que podem nos levar
para onde queremos estar? E pode ainda questionar: Por que desenvolver atitudes
consideradas simples, como gentileza, cordialidade e bom humor – só para citar
algumas, pode ajudar nos resultados que
busco no meu trabalho, sedimentar meus relacionamentos e, por fim, ser mais feliz naquilo que faço e pretendo
realizar?
Fique
tranquilo, que não pretendo contar o livro todo :=) Sugiro que você leia e tire
suas próprias impressões – hipótese ou não, de que “O bater de asas de uma borboleta no Brasil pode provocar um tornado no
Texas” - o fato é que baseado nesta teoria, o autor apresenta ideias,
fatos, datas e cita pessoas, que mudaram o rumo das suas histórias pessoal, e
da história mundial de sua época, somente por fazer a coisa que achava ser certa. Parte dessas mudanças, tem seguramente
refletido, até nossos dias.
É
disso que estou falando: Fazer a coisa
certa sempre e com esta atitude, gerar comportamentos proativos, assertivos
que te levem para outro patamar, seja na vida pessoal ou profissional.
Por
exemplo, ser proativo, é uma das qualidades esperada por muitos especialistas,
que buscam novos profissionais no mercado, visto que esta pessoa demonstra
capacidade de trabalhar em equipe e ajudar no seu ambiente de trabalho, sem que
seja solicitado a fazer algo. Trata-se de uma pessoa atenta ao outro, que faz
continuamente da sua presença uma figura colaboradora e necessária. Da mesma forma, a assertividade, é uma
qualidade de funcionários e líderes, que sabem colocar seus pontos de vista,
dar opinião, sabem dizer não, dão e recebem feedback, sem, contudo expressar
arrogância ou descontrole emocional.
Da
mesma forma, Packiam descreve a história de Neemias, Frank Wills, Rosa Parks, entre outros, que - fizeram a
coisa certa e mantiveram outra atitude essencial, como por exemplo, a determinação.
Como
você pode fazer para criar o efeito borboleta em sua vida?
Vamos continuar na PARTE 2. atitudes simples que causam efeitos fantásticos!
Forte
abraço
Vera Lucia Silva
Vera Lucia Silva
Referência Bibliográfica -
Saiba mais:
Efeito borboleta: um simples gesto:
um mundo de diferença/Glenn Packiam;tradução de Roselene Sant’Anna da Silva. –
São Paulo: Garimpo Editorial, 2010.
O pai perdoa! Emocionante!
Olá, tudo bem.
"Se quer tirar mel, não
espante a colmeia"
Dale Carnegie
Escritor e orador norte-americano
(Imagem Pixabay)
...É bem esta frase acima, que o texto, “O
pai perdoa” nos ajuda a refletir.
Falando de
um modo figurado, Dale
Carnegie nos inspira a pensar em nossa própria vida e podem surgir questões parecidas: Será que o nosso
comportamento não está deixando a desejar? Será que não estamos trocando os pés pelas
mãos, sendo insensíveis às necessidades das pessoas à nossa volta, impondo nosso jeito
de agir, em parte, com autoridade e arrogância? O problema, é que se continuarmos agindo assim, com certeza
vamos ficar sem o mel. As pessoas vão acabar se afastando da gente.
“O pai perdoa”, é um belíssimo texto do autor W.
Livingston Larned e consta publicado no primeiro capítulo
do Best Sellers: “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, de Dale Carnegie, publicado
em 1936. O texto fala sobre a mudança de atitude de um pai, quando percebe seu comportamento insensível no jeito de tratar o filho. Emocionante! Você pode conferir, na íntegra, no final da postagem.
De verdade, achei este texto interessante porque me ensinou muita coisa e podemos aplicá-lo para muitas outras situações da nossa vida, nos ajudando a aperfeiçoar os nossos relacionamentos e melhorar o jeito de tratar as pessoas, de modo geral.
Pare e pense um pouco comigo: Quantas e quantas vezes deixamos de acolher, ouvir ou buscar compreender as pessoas que estão próximas de nós, seja no trabalho, dentro da nossa família e até com nossos amigos?
Você já havia pensado sobre isso? Vejamos...
No famoso feedback dentro da empresa, entre líderes e liderados, tais erros podem estar sendo cometidos e não notados. Nesses momentos, o interesse muitas vezes acaba tendo o foco apenas em mostrar e apontar o que não está tendo resultado. No desacerto.
Devo confessar, que isso já aconteceu comigo, enquanto fui líder de equipe, numa empresa em que trabalhei. Não me orgulho nadinha desta passagem, contudo, foi importante pra mim, mesmo que tempos depois, reconhecer este comportamento. Ler o "Pai Perdoa", bem como estudar a obra de Carnegie, primeiro me impactou pela generosidade do conteúdo e experiências humanas deste grande autor. Segundo, me trouxe muitas coisas positivas, porque eu mesma pude refletir e compreender as atitudes equivocadas que eu tive, no passado, no trato com meus colegas e subordinados. Pessoalmente, também, me ajudou a entender a minha relação com meu esposo e filha e foi quando passei a me corrigir em alguns aspectos. Hoje, eu sei que ainda erro muito, mas já não me escondo atrás deles. Eu escolhi aprender com cada um deles e buscar, constantemente melhorar mais e mais. Seja como profissional e, principalmente como pessoa e ser humano que sou. ;)
Você já passou por alguma situação parecida em sua vida?
Voltando ao foco do feedback, no trabalho... Nestes casos, talvez o liderado precise apenas de alguém para ouvi-lo, prestando atenção, não no que ele esteja dizendo exatamente, mas no que sua linguagem não verbal esteja deixando transparecer: pode sinalizar a existência de algum problema, que em nada tenha a ver com o trabalho em si, o que de qualquer ordem técnica. Talvez, a situação enfrentada seja mais ligada ao lado pessoal, que pode estar inquietando e interferindo nas suas tarefas e produtividade. Por exemplo, pode até ser uma questão muito simples de ser resolvida, uma necessidade de saída mais sedo do trabalho para algo importante, como também pode ser um problema maior e que envolva sua saúde ou de um ente querido. Fazer uma leitura do não verbal é importante ao lidarmos com situações parecidas. Isso também é uma forma de acolher as pessoas, os funcionários e nossos parceiros.
Com o cliente, infelizmente, também pode acontecer comportamentos automáticos, sem nenhum acolhimento ou que haja qualquer tentativa de escuta. Nessas horas, fica fácil para um atendente derramar normas e procedimentos internos da empresa na cara do cliente, do que, de imediato pedir desculpas por algum transtorno ocorrido durante determinada compra. Sem dar um acolhimento ao cliente, o atendente não consegue ter uma atitude solidária: “São normas senhor, no contrato está claro que o pedido que o senhor fez poderá ser entregue até tal dia”. No entanto, o cliente só precisa de uma satisfação, porque comprou um presente para o aniversário da filha, entendeu que a empresa entregaria antes da data e esta não cumpriu. Simplesmente falta uma escuta ativa, para compreender a necessidade do outro. Entender a necessidade do cliente!
No âmbito familiar a coisa toda não é diferente. No nosso exemplo, a esposa cobra o marido, que acabou deixando o saco de lixo na porta da casa - ela já havia pedido, lembra?! No entanto, ela reclama sem mesmo esperar e ouvir as considerações a respeito. Ele pode ter simplesmente esquecido, no entanto, estava atrasado para um compromisso importante, afinal, era dia de fechar uma grande venda,
que significaria retorno financeiro, arrumar o carro que está quebrado ou pagar contas da família, que
vem se arrastando há meses. Acolher e validar tal situação seria dizer: “Eu
entendo você” ou “Isso pode acontecer com qualquer um”.
Da mesma forma, o marido pode exigir da esposa a janta pronta, quando chega em casa, de volta do trabalho.
Indiferente ao dia dela, se ficou tempos na espera da fila do ônibus, deparou com trânsito engarrafado ou de teve reuniões marcadas de última hora na empresa ou no colégio do filho. Ainda
assim, não se ouve um “compreendo”.
Todas esses exemplos que coloquei acima podem ser mais corriqueiras do que parecem e desta forma, estar prejudicando os nossos relacionamentos, sem que a gente se dê conta disso. ;(
Por outro lado, começar a ter atitudes simples, como: parar e dar atenção, tentar perceber o não verbal de quem fala, escutar de fato, se esforçar para compreender o outro, tudo isso valida a outra pessoa, como também nos ajuda sermos pessoas mais compreensivas, empáticas e sintonizadas. ;)
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Como usar o feedback e o relacionamento interpessoal de forma simples e ter sucesso
Agora, eu te convido a ler na íntegra o emocionante: “O pai perdoa”
Escute Filho: enquanto falo isso, você
está deitado, dormindo, uma mãozinha enfiada debaixo do seu rosto, os cachinhos
louros molhados de suor grudados na fronte. Entrei sozinho e
sorrateiramente no seu quarto. Há poucos minutos, enquanto eu estava sentado
lendo meu jornal na biblioteca, fui assaltado por uma onda sufocante de
remorso. E sentindo-me culpado, vim para ficar ao lado de sua cama.
Andei pensando em algumas coisas, filho: tenho
sido intransigente com você. NA hora em que se trocava par ir à escola, ralhei
com você por não enxugar direito o rosto com a toalha. Chamei-lhe a atenção por
não ter limpado os sapatos. Gritei furioso com você por ter atirado
alguns de seus pertences no chão.
Durante o café da manhã, também impliquei com
algumas coisas. Você derramou o café fora da xícara. Não mastigou a comida. Pôs
o cotovelo sobre a mesa. Passou manteiga demais no pão. E quando começou a
brincar e eu estava saindo para pegar o trem, você se virou, abanou a mão e
disse: “Tchau, papai” e, franzindo o cenho, em resposta lhe disse: “Endireite
esses ombros!”.
De tardinha, tudo recomeçou. Voltei e,
quando cheguei perto de casa, vi-o ajoelhado, jogando bolinha de gude.
Suas meias estavam rasgadas. Humilhei-o diante de seus amiguinhos,
fazendo-o entrar na minha frente. As meias são caras – se você as comprasse
tomaria mais cuidado com elas! Imagine isso, filho, dito por um pai”.
Mais tarde, quando eu lia na
biblioteca, lembra-se como me procurou. Timidamente, uma espécie de mágoa
nos seus olhos. Quando afastei meu olhar do jornal, irritado com a interrupção,
você parou a porta: “O que é que você quer.”, perguntei implacável.
Você não disse nada, mas saiu correndo num
ímpeto na minha direção, passou os braços em torno do meu pescoço e me beijou;
seus braços foram se apertando com uma afeição pura que Deus fazia crescer em
seu coração e que nenhuma indiferença conseguiria extirpar. A seguir
retirou-se, subindo correndo os degraus da escada.
Bem meu filho, não passou muito tempo e meus dedos se afrouxaram,
o jornal escorregou por entre eles, e um medo terrível e nauseante tomou conta
de mim. O que o hábito estava fazendo de mim. O hábito de ficar achando
erros, de fazer reprimendas – era dessa maneira que eu vinha recompensando-o
por ser uma criança. Não que eu não o amasse; o fato é que eu esperava demais
da juventude. Eu o avaliava pelos padrões da minha própria vida.
E havia tanto de bom, de belo e verdadeiro no
seu caráter. Seu coraçãozinho era tão grande quanto o sol que subia por
detrás das colinas. E isto eu percebi pelo seu gesto espontâneo de correr e
dar-me um beijo de boa noite. Nada mais importa nessa noite, filho. Entrei na
penumbra do seu quarto e ajoelhei-me ao lado de sua cama envergonhado!
É uma expiação inútil; sei que, se você
estivesse acordado, não compreenderia essas coisas. Mas amanhã serei um pai de
verdade! Serei seu amigo, sofrerei quando você sofrer, rirei quando você rir.
Morderei minha língua, quando palavras impacientes quiserem sair pela minha
boca. Eu irei dizer e repetir, como se fosse um ritual: “Ele é apenas um menino
– um menininho!”
Receio que o tenha visto até aqui como um
homem feito. Mas, olhando-o agora, filho, encolhido e amedrontado no seu ninho,
certifico-me de que é um bebê. Ainda ontem esteve nos braços de sua mãe, a
cabeça deitada no ombro dela. Exigi muito de você, exigi muito.
Conclusão
Sem dúvidas tem muita coisa pra gente aproveitar no livro do Dale Garnegie, né não?
Que tal parar
um pouco e refletir como tem conduzido seus relacionamentos?
Perceba se você não está deixando de fazer essas quatro ações básicas, porém fundamentais na sua vida.
Quem sabe você estando com algum colega do seu trabalho ou com alguém da sua família, ou mesmo um amigo, você possa exercitar essas dicas, começando por acolher, ouvir e buscar compreender o outro?
Dessa forma você estará validando o outro, melhorando e aperfeiçoando os seus relacionamentos. Com isso, certamente terá mais sucesso!
Se você curtiu este post, se acredita que
pode te ajudar, compartilhe na sua rede social.
Eu vou agradecer imensamente! ;)
Ah! Lembre-se também de comentar.
Forte abraço!
Vera Lucia Silva
Vera Lucia Silva
Saiba Mais:
CARNEGIE, Dale, Como fazer
amigos e influenciar pessoas. 45 Ed.Tradução de Fernando Tude de Souza. Edição
americana de 1981.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Dale_Carnegie
Saiba quais são as 8 coisas que Dale Carnegie pode fazer por você
Olá, tudo bem.
Já estamos no mês de maio, quase uma
quinzena fechada, e para mim, parece que o ano está passando muito rápido e que o tempo das horas diminuíram! Não sei se você também está tendo a mesma impressão. J Se o tempo é um fator psicológico, ou não, é fato que senti ele diminuir e com isso, alguns materiais que
preparei para publicar em nosso blog, para o começo do ano, somente agora estou
conseguindo dar andamento, aplicar...
Vamos lá, tem muita coisa legal, pra
compartilhar e colocar em dia, no nosso “Relacionamento em Dia”.
O trocadilho é proposital;)
E, considerando, que pra mim não existe
o acaso e sim, a sincronia com o Universo, por esses dias conversando com
amigos sobre desenvolvimento pessoal, na hora surgiu a lembrança do excelente livro:
“Como fazer amigos e Influenciar
Pessoas”, do mais excelente ainda, Dale Carnegie!
Vou começar fazendo justiça e me
retratar aqui, afinal de contas, em 2018 publiquei um artigo intitulado “20 livros maravilhosos! Você pode potencializar
o seu 2018” (leia aqui) e, pasmem, não
constou da minha lista o Best Sellers de Carnegie, com mais de 30 milhões de
livros vendidos em todo o mundo! /:
Pra quem já leu o livro, conhece a história
deste magnífico pensador, ou pra quem já teve o privilégio de fazer algum curso
de liderança do InstitutoDale Carnegir, sabe bem o que estou querendo falar. (Confira os links na Referência Bibliográfica).
Na verdade, quando fiz o post sobre os
livros maravilhosos, ainda não havia terminado de fazer um estudo mais profundo
sobre o livro.
Pois bem, depois que terminei de ler e
absorver alguns conceitos do livro foi que compreendi o que Carnegie quis dizer. Ele quis dizer, que
existem mil maneiras de influenciar
as pessoas, entusiasmando-as positivamente, para ir de encontro aos seus sonhos
e objetivos, aperfeiçoando sua comunicação, formas de tratamento e trabalhando
a sua liderança.
Acredito, que alguma coisa nós podemos ter em comum:
queremos ter sucesso no que fazemos e também buscamos relacionamentos saudáveis e genuínos para isso. Este é justamente o potencial
que o livro nos afiança. Provocar em todos nós uma grande transformação.
Confira agora, as oito coisas que o livro: “Como fazer amigos e influenciar pessoas” pode fazer por você:
1) Tirá-lo-á da rotina mental,
dando-lhe novos pensamentos, novas visões, novas ambições.
2) Facilitar-lhe-á fazer amigos rápida
e facilmente.
3) Aumentará sua popularidade.
4) Ajudá-lo-á a conquistar pessoas para
o seu modo de pensar.
5) Aumentará sua influência, seu
prestígio, sua habilidade em conseguir as coisas.
(6) Ajudá-lo-á a resolver queixas,
evitar discussões e manter seus contatos humanos agradáveis e suaves.
(7) Torná-lo-á um melhor orador, um
conversador mais interessante!
(8) Ajudá-lo-á a despertar o entusiasmo
entre os seus companheiros.
Resumindo, tenho como missão, ajudar
pessoas a alcançar seus objetivos, pela ModusvlsAlternativa, e a parte
que ensina como validar
pessoas, para mim foi de um valor incomensurável.
Dica
do coração: Se eu fosse você, iria correndo adquirir um exemplar
e apostar numa maneira certa de provocar as próprias mudanças.
Meu lema para neste ano é:
”Vamos fazer um 2019 diferente! Nós podemos”.
Qual
o lema que está impulsionando suas realizações?
O que você tem feito para viver a vida dos seus sonhos?
O que você tem feito para viver a vida dos seus sonhos?
Referência
bibliográfica:
CARNEGIE, Dale, Como fazer
amigos e influenciar pessoas. 45 Ed.Tradução de Fernando Tude de Souza. Edição
americana de 1981.
Forte abraço!
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